quinta, 23 de maio de 2019
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Rafael Andrade

O bem que o esporte faz

Publicado em 29/04/2019 02h10

Acredito que o esporte de Tubarão está no seu melhor momento da sua história. E escrevo isso analisando várias modalidades. Já trouxe, em uma coluna veiculada no ano passado, que o esporte salva vidas. E disso não me restam dúvidas. Investir em alguma prática competitiva é agregar qualidade de vida ao seu cidadão. E Tubarão tem feito tal ato com maestria.

Ao comando do supertalentoso professor Luiz Ernani Buerger, à frente da Fundação Municipal de Esporte (FME) da Cidade Azul, no meu entendimento deveria comandar a Secretaria Especial do Esporte no Ministério da Cidadania - A Secretaria é responsável por construir uma Política Nacional da área. Além de desenvolver o esporte de alto rendimento, trabalha ações de inclusão social por meio do esporte, garantindo à população brasileira o acesso gratuito à prática esportiva, qualidade de vida e desenvolvimento humano. E é justamente esses vieses que Ernani implantou por aqui. 

Não estou aqui fazendo uma conjuntura política da coisa, até porque não sou filiado a partido algum, e ajo sempre como profissional da comunicação, com isenção, sem precisar agradar ou desagradar alguém ou alguma instituição (pública ou privada), e se um dia fiz, peço mil desculpas. 

Voltando ao planejamento executado em Tubarão, cidade onde nasci, cresci, moro e pretendo passar boa parte da minha vida, poder observar alguém que participa do dia a dia dos atletas, dos professores, técnicos, amadores ou profissionais, é um orgulho de tamanho inenarrável. Obrigado pelos projetos em curso, professor Ernani. E são todos plausíveis a qualquer tubaronense que queira praticar algum esporte. São várias as modalidades e as parcerias, basta procurar informações mais detalhadas na FME, na Arena Multiuso, no bairro Vila Moema. 

Cito algumas das modalidades que são frequentemente destaques no cenário municipal, regional, estadual, nacional e até internacional: futsal, karatê, natação, judô, atletismo, futebol, dentre tantas outras. Alguns desses atletas estarão nas Olimpíadas do Japão, no próximo ano, tenho certeza que isso ocorrerá. Tudo isso graças ao empenho da atual equipe à frente do assunto na Cidade Azul. Obrigado por me representar, esportistas, estarei sempre na torcida. 

Falta vergonha, falta o que fazer

No famoso Beco do Simão, em Tubarão, entre as avenidas Marcolino Martins Cabral e Marechal Deodoro, em pleno Centro, o que predomina é a sujeira no chão e a porquice deixada para trás pelos pichadores. Se o proprietário pintar, os vândalos voltarão, com certeza. Mas esses que rabiscam o local são tão covardes que só executam tal ato durante a noite ou madrugada, pois é um ponto bem movimentado durante o dia. Claro que a PM os abordará caso consiga realizar o flagrante, mas não tem como ficar ali de guarda. Além de deixar o ambiente feio, traz um ar de perigo por quem ali passa. 

Uma saída poderia ser o grafite, adotado em boa parte dos paredões (públicos e privados) de Laguna. Lá ficou realmente uma arte urbana, bem diferente desses rabiscos na blue city. 


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