domingo, 24 de março de 2019
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Quarta Crítica - Nelson Ubaldo

Sincronismos energéticos

Publicado em 14/11/2018 00h18

Encontramos na natureza sincronismos que são perfeitos e, para que funcionem adequadamente, necessitam de uma lei física, não tão bem compreendida, que coloca dois ou mais corpos vibrando na mesma frequência. Um exemplo prático e bem definido pela ciência são as células cardíacas que se contraem de uma maneira sincronizada, fazendo com que a contração ocorra de maneira sequencial, de tal modo que haja o impulsionamento do sangue para todo o organismo, e quando as células perdem o sincronismo temos uma arritmia cardíaca. Outro exemplo que pode ser experimentado por qualquer pessoa é colocar dois ou mais pêndulos sobre uma base comum de madeira, por exemplo, cada um movendo-se em momentos distintos, após cerca de 30 minutos todos os pêndulos estarão se movendo sincronicamente. Isto só pode ser explicado porque há uma troca de energia entre os elementos da natureza.

Pois bem, se a ciência explica muitos fenômenos, incluindo o sincronismo, pessoas mais céticas, frente a fenômenos de sincronismo superior ou esotérico, sem explicação científica, creditam o fenômeno como obra do acaso. É evidente que existem coincidências, acasos, mas não podemos deixar de nos espantar com situações pouco usuais que acontecem em nosso cotidiano. Muitas vezes pensamos em uma pessoa, que faz muito tempo que não vemos, saímos à rua e encontramos aquela pessoa. Outras vezes pensamos em um número aleatório, olhamos a placa do carro à nossa frente e ali está o tal número. Estas coincidências intrigam a todos e foram objeto de estudo de psicólogos, psiquiatras, parapsicólogos, esotéricos, porém sabemos que a explicação nem sempre está no campo da ciência.

Inexplicáveis pelas leis físicas, estas vivências atraem a nossa atenção e nos remetem a planos mais superiores, envolvendo leis cósmicas, onde podemos falar no terreno esotérico da alma, pelo qual nos conectamos através de portais em planos que não podem ser palpados, que estão em dimensões outras que não as terrenas ou que, ao menos, não podem ser explicadas pelas leis físicas que conhecemos. Talvez uma explicação para isto esteja naquilo que chamamos de vibrações sincrônicas do pensamento superior. Fica fácil entendermos o que acontece quando, por exemplo, encontramos uma pessoa pela primeira vez e sentimos que nossas energias combinaram, criando uma atmosfera propícia para o desenvolvimento de simpatia, amizade ou mesmo amor (em seu significado mais amplo) ou pelo contrário, quando dizemos que ‘nosso santo não cruzou’, quando a antipatia inicial foi marcante. Ora, no campo espiritual as explicações são mais plausíveis e, por falta de respaldo cientifico, parecem muito coerentes. O que os espiritualistas, esotéricos, ou estudiosos de outras esferas falam é sobre o sincronismo das almas.

Nos planos superiores, a explicação para o sincronismo é a vibração na mesma frequência, o que faz com que nos aproximemos de outra pessoa. A música que escutamos e que inunda nossa alma de alegria parece estar em uma vibração condizente com a nossa, fazendo fluir de uma forma harmônica e significativa para nós. Por derradeiro, digo que em nossa existência, procuramos sempre almas com a mesma vibração que nossa, para podermos buscar a tão sonhada felicidade.


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