quarta, 23 de janeiro de 2019
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Quarta Crítica - Nelson Neves

Esperança renovada e a torcida pelo Brasil

Publicado em 09/11/2018 08h00

Laércio Menegaz Júnior
Membro da Associação Brasileira de Consultores Políticos

Jair Bolsonaro mostrou clareza de posicionamento e apresentou bons nomes como presidente eleito do Brasil. Montou o time de transição, indicando que o ministro da Fazenda será o economista Paulo Guedes - um nome que não só agrada, como dá segurança ao mercado.

A crise econômica lançou o Brasil em um abismo. Mais do que nunca, precisamos de um crescimento econômico acelerado, com novos padrões de governança, diminuindo os custos da pesada e ineficiente máquina pública.

Neste mesmo diapasão, ao receber o sim do juiz Sérgio Moro - que será o titular da Justiça - Bolsonaro crava que a bandeira de combate à corrupção seguirá firme. Sem contar outros nomes definidos, que nos dão uma única certeza: a esperança está renovada no pós-eleição.  
                  
A vitória do PT significaria continuar com os erros políticos, econômicos e de moralidade cometidos pelos companheiros de Fernando Haddad nos últimos anos. A esquerda terá sim que fazer uma autocrítica. Um dos maiores desafios dos canhotos será a construção de um novo líder político ante a derrocada de Lula.

O Brasil precisa de uma oposição responsável e à altura dos novos tempos.

É aqui que entra o mais importante: o respeito, mesmo daqueles que discordam, pelo resultado que saiu das urnas. É preciso uma trégua e uma convivência republicana.

Faz-se necessária a diminuição gradativa do enfrentamento belicoso entre partidários e simpatizantes de ambos os lados.

Um “terceiro turno” não contribuiria em nada para o futuro do país.

A alternância no governo é boa, necessária e democrática.

A direita brasileira, por meio do líder Jair Bolsonaro, tem um outro grande desafio prometido em campanha. Além do carro-chefe de temas como o crescimento econômico e o combate ao câncer da corrupção, a insegurança pública estabelecida atualmente precisa de enfrentamento ágil, enérgico e eficaz. Um grande mutirão unindo o presidente, os governadores e os prefeitos deve ser feito em prol da população, que clama por paz e segurança no seu cotidiano.

A sorte está lançada aos brasileiros. Particularmente, desejo sucesso ao presidente eleito Bolsonaro e também ao governador de Santa Catarina, Comandante Moisés. Os dois tiveram o meu voto e o meu trabalho. Mas, em 2014 desejei sucesso à Dilma Rousseff e ao Raimundo Colombo. Naquele ano, não votei em nenhum deles. Isso é democracia: respeitar as pessoas e quem pensa de maneira diferente, mas torcendo a favor do Brasil. Que possamos, governo e oposição, praticar o respeito e juntos buscar um futuro melhor para os nossos filhos.


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