Além de legisladora por Criciúma, Tati comandou de maneira interina a prefeitura da cidade carbonífera
Além de legisladora por Criciúma, Tati comandou de maneira interina a prefeitura da cidade carbonífera

Tubarão

Com uma trajetória na política desde 2006, a ex-vereadora de Criciúma, Tati Teixeira, de 38 anos, participará de mais um pleito eleitoral neste ano. Filiada ao PPS desde o ano passado, ela concorrerá ao cargo de deputada estadual. Também em 2017, a ex-legisladora da cidade carbonífera assumiu a presidência do PSD Mulher, em abril, função que deixou meses depois.
Vereadora mais votada no município em 2012, a ex-PSD afirma que não apenas Criciúma será representada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina em seu mandato, mas também toda a região Sul do Estado. “Quero representar a região Sul como um todo, mas também ter um olhar especial à Cidade Azul, município que tanto amamos. O meu esposo nasceu em Tubarão e por muitos anos morou aqui”, expõe.

Tati conta que a sua militância começou cedo, ainda na infância diz já ter atuado em prol do próximo. “Vim de escola pública e sei da importância que é o investimento nessa área. Nos grêmios estudantis tive uma vivência importante e um olhar social apurado. Após o movimento participei como voluntária em entidades sociais. Nunca imaginei que seria candidata a algo. Sempre sonhei em transformar para melhor a vida das pessoas e me encontrei na política”, destaca.
Ela recorda que em 2006 foi lançada a deputada federal e na época, a expectativa de votos era de dois mil sufrágios, porém, alcançou pouco mais de 16 mil. “Uma candidatura de última hora, sem estrutura financeira, e mesmo assim foi muito positiva. Em 2008, colocamo-nos à disposição como vereadora e tivemos êxito no Legislativo de Criciúma. E a missão ficou mais forte. Entrei para fazer a diferença. Nossa principal tarefa era de aproximação com o gabinete itinerante. Ali tivemos várias conquistas, além de nos aproximarmos da população conseguimos detectar diversos problemas de cada bairro”, pontua.

Além de vereadora, Tati foi prefeita interina, onde ela assegura que teve uma atuação firme e forte para garantir o não fechamento do Hospital Santa Catarina. Em 2016, foi candidata à vice-prefeita, porém, o postulante a prefeito desistiu e deixou a coligação.