Tubarão

As eleições gerais se aproximam, no entanto, uma parcela significativa dos eleitores ainda permanece com dúvidas em quem escolher. O que se pode afirmar é que a disputa será acirrada em todos os níveis. Muitos ainda acreditam que há uma tendência de renovação para o pleito deste ano.

Aos 36 anos, o criciumense Daniel Freitas é candidato a deputado federal pelo PSL. Ele destaca que se propôs a participar destas eleições por saber da necessidade de uma renovação política imediata. “O primeiro pleito que participei como candidato foi em 2012. Fui eleito presidente da Câmara de Criciúma e presidente de algumas fundações. Sou de uma geração que veio cansado da política. Venho para mostrar que é possível fazer diferente e que a política de fato é algo de transformação para o bem”, observa.

Formado em Administração de Empresas, Daniel é bisneto do político e empresário Diomício Manoel de Freitas, que morreu em 1981, em decorrência de um acidente automobilístico. “Sou tradicionalmente de uma família de direita, meu bisavó, Diomício, foi vereador, deputado federal e primeiro-suplente de senador biônico e depois dele ninguém da minha família participou ativamente da vida pública. Como sempre tive muitos amigos, fui convidado, em 2012, a participar do pleito municipal em Criciúma e na primeira tentativa me elegi. Acredito que fiz um bom trabalho e fui reeleito em 2016”, destaca.

Freitas assegura que as grandes transformações sociais passam pela política. Segundo ele, não se pode entender que a política está suja, corrupta e não participar. Tem que ser o contrário. “Tem sido muito legal levar a nossa mensagem de mudança, renovação. Minha bandeira é de saúde, educação, segurança pública e não podemos mais tolerar a corrupção, mas temos que participar desse processo. Podemos inovar, por exemplo. Como presidente da Câmara de Criciúma fiz uma gestão econômica e eficiente e consegui economizar mais de R$ 2 milhões.  Renunciei ao meu segundo mandato como vereador para encarar esse desafio porque acredito que posso contribuir para a nossa região Sul que tanto necessita de representatividade”, expõe.