Ciro Gomes (PDT) lança candidatura presidencial de 2022 prometendo o fim da política de paridade de preços da Petrobras e taxação de grandes fortunas - Foto: epbr

Considerado uma alternativa Afirmando ser uma alternativa eleitoral ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes fez o primeiro pronunciamento coo pré-candidato do PDT à presidência da República nas eleições deste ano.

No início da convenção, nesta sexta-feira (21) à noite, o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, afirmou que a pré-candidatura de Ciro Gomes ao Planalto foi aprovada por unanimidade entre os partidários. Um vídeo institucional também foi apresentado, revelando o slogan da campanha presidencial: “Rebeldia da Esperança”.

No primeiro pronunciamento como pré-candidato (veja, na íntegra, aqui), que durou cerca de uma hora, Ciro chamou Bolsonaro de ‘louco farsante’ de e deu o tom que pautará sua campanha. Principal tema é a economia.

Ciro foi claro ao afirmar que pretende revogar o teto de gastos, que classificou como a “maior fraude já cometida contra o povo brasileiro”. O pedetista disse que a medida, implementada pelo ex-presidente Michel Temer, “aprisiona o investimento público em uma camisa de força” e “só controla os investimentos que beneficiam o povo”.

Ao se declarar o candidato que mais fala de macroeconomia, ele também reforçou que irá taxar grandes fortunas. “Reafirmo aqui em alto bom som: eu taxarei, sim, as grandes fortunas, cobrarei impostos sobre lucros e dividendos e modificarei sim a estrutura tributária”, confirmou.

Sem dar muitos detalhes, disse ainda que vai mudar a “política de preços e de gestão da Petrobras”. O pré-candidato também afirmou que, se eleito, lançará um plano emergencial de pleno emprego para abrir cinco milhões de vagas nos primeiros dois anos de governo.

 

 

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