Semana passada, assisti uma cena que me deixou pasmado, lá em Brasília, onde estão nossos representantes, algo que para mim deixa de ser democracia.
Para mim, quando há um congresso nacional, é para este representar a vontade de um povo, pois esse é o seu papel, já que não existe aqui uma ditadura ou um imperialismo, pois quando temos representante é porque tem que fazer valer a vontade de um povo, já que não é um só quem manda.

Mas, na semana passada, um repórter do programa CQC, da Band, foi segurado por um segurança do presidente do senado, do (anti) democrático José Sarney, que ainda jogou esse repórter no chão. Será que ele pensa que está no Maranhão, onde ele manda? Quem o senador pensa que é? Já não basta as bobagens que fez quando era presidente da república, ainda se acha no direito de dizer que não pode ser atacado! Há algum tempo, era Ranan Calheiros que não queria lagar a cadeira de presidente por nada, e agora é o pré-histórico José Sarney que não se enxerga.
Agora, resolveram atacar até a imprensa, eles não querem ser perguntados por ninguém, isso os incomoda, mas é claro, quanto maior for a lambança política, melhor para eles é esconder-se.

Aí eu pergunto que tipo de democracia estamos vivendo, em que um repórter não pode fazer uma simples pergunta para alguém que está representando o povo e ainda se julga um democrático.
É uma pena que a televisão não tenha dado tanta impotância para o fato, mas considero isso um tiro contra a democracia e contra a liberdade de imprensa. Ou será que a democracia no país do futebol só serve para votar?
Não sou jornalista, mas me sinto indignado com fatos como esse, pois é triste pessoas que vão esclarecer as coisas para o povo ser tratado como nas épocas de regime militar.

A coisa é tão triste que nem mesmo como os companheiros de partido sugerindo a sua saída ele se olha.
Estamos a pouco mais de um ano das eleições e é preciso que fiquemos atentos para este tipo de coisa, que de uma vez por todas esses “dinossauros” da política sejam mandados embora, antes que seja tarde. Esses homens precisam entender que ser presidente do senado, ou da câmara, não é ser ditador, manda-chuva, pois, se pensam assim, é melhor reciclarem-se, aliás, é o que a política do Brasil precisa, de reciclagem.