Pais e professores têm a função de semear ideias e não de controlar as atitudes de seus filhos e alunos. Ninguém sem diploma na tarefa de educar aprende educando. A vida é uma grande escola que pouco ensina aos que não sabem ler a realidade que os cerca.
O professor é um artesão da personalidade, um poeta da inteligência, verdadeiramente um semeador de ideias.

Ele deve multiplicar cidadãos que pensem em nossa realidade, precisa transformar a informação em conhecimento e o conhecimento em experiências, valendo-se da memória como suporte da arte de agir, expondo e não impondo suas ideias. Sua missão é construir consciência crítica, capacidade de debater, questionar e, principalmente, de trabalhar em equipe e aceitar as dificuldades como forma de aprendizado e não como castigo.

A memória humana é um canteiro de informações e experiência para que cada ser produza um fantástico mundo de ideias, um mundo cheio de sonhos, que se torne realidade com o esforço próprio, sem a destruição de outrem, sem a perda da própria dignidade e sem o sofrimento dos que com eles convivem.

Devemos formar pessoas que consigam superar as dificuldades sem destruir seus sonhos, que não transformem sua realidade em um grande e terrível pesadelo, que só termina quando se autodestroem – formando, a cada dia, mais um homem-bomba.
Ao resolvermos os conflitos em sala de aula, contribuímos para desenvolver nos alunos capacidade de solucionar e superar os problemas do cotidiano.
Pais e professores devem cumprir a palavra dada, pois confiança é um edifício custoso de ser construído, fácil de ser demolido e extremamente difícil de ser reconstruído.