Democracia é isso? Democracia é externar com coerência e responsabilidade o concluir dos fatos. Sou leitor assíduo do Notisul, entre outros jornais da região. Confesso que hoje fui surpreendido por um “comedido” bancário e, quiçá futuro operador do direito, quando li: “A ilegalidade, principalmente quando condenada e transitada em julgado, não merece louros, mas vaias e desprezo”. Dentre outras observações de somenos importância, a exemplo da citação de uma passagem bíblica, referenciando Judas. Enfim. Inicialmente, cumpre consignar que foram oportunas as observações traçadas, ao menos para o fim de contra argumentá-las.

E assim vos digo: em primeiro lugar, o transitar em julgado pode vir de duas maneiras, a primeira através do esmiuçado exercício do contraditório e ampla defesa constitucionalmente e democraticamente concedido a todos os cidadãos e, em segundo lugar, por falhas procedimentais culposas perpetradas por operadores de direito.
Portanto, nesse aspecto, a avaliação imprecisa desses fatores pode dar um resultado danoso a terceiros de boa-fé que acabam equivocadamente pré-julgados. Ademais, importa adentrar aos fatos relacionados, ou seja, o pagamento em duplicidade de um motor, o qual, ressalte-se, quando tempestivamente identificado, foi prontamente restituído com juros e correções.

O valor, mais ou menos, R$ quatro mil. Aliás, devidamente aprovado pelo Tribunal de Contas. É! O que me entristece veementemente é ver um bacharel em direito não ponderando certas situações, levando a baila o velho brocardo: “Por vezes, é melhor ficar quieto e passar por ignorante do que abrir a boca e confirmar”. Mas a ignorância é exatamente a falta de informações, das quais essa já se verifica de pronto sanada. E não precisa me agradecer, faço isso porque tenho um dever para com a humanidade e, assim, possa encaminhar nossos filhos a viverem em uma sociedade mais justa. Pois.

Exigir a perfeição é o mesmo que estagnar o desenvolvimento, cuja família absorveu os princípios, porém, nunca enaltecendo, sempre nos bastidores e não tocando trombones. Contudo, mesmo nos bastidores, sem uso de qualquer cooperado local, demonstrou força e deu verdadeira legitimidade à oposição, que, certamente, extrapola os mais de 50% dos eleitores e, com absoluta certeza, mais de 62% da população.

Pois uma eleição se ganha com o povo, porém, se faz à população. Mas é assim que tratam quem levou desenvolvimento para a cidade, um verdadeiro novel modelo de fazer política. Um verdadeiro político. E para finalizar, em outros jornais e, s.m.j*., na rádio, recordo-me de ter visto ou ouvido o novel administrador eleito dizer que não queria ser candidato. Mas essa imposição capciosa tem um certo indício, uma vez que, há vários anos, é o único membro do partido que cultiva popularidade local com parcela inexpressiva de benemerência que, associada a um outro partido, deu-lhe uma vitória por 606 votos, sendo mais de duas mil abstenções.

Mas? Na realidade, o que parece é, estreme de dúvidas, uma passagem bíblica que, não me recordo quem a disse: Perdoem-nos, ó Pai, pois eles não sabem o que fazem. É, o mesmo Braço… E Um Novo Norte/Nordeste. Nada contra os nordestinos, mesmo porque tenho descendência pernambucana. O que me indigna é observar mais vítimas. Parabéns ao 15, pois o mesmo Braço… será um novo Norte forte em cobrar o desenvolvimento.

*Salvo melhor juízo.