Infelizmente, os professores João Batista e Roseana Cunha foram exonerados dos cargos de diretores da Escola Técnica Diomício Freitas de Tubarão – o que é péssimo para a educação, para a cidade, para a credibilidade dos políticos e, principalmente, para os professores, alunos e funcionários daquela escola.
Ambos foram convidados para o cargo com a missão de resgatar a imagem daquele estabelecimento de ensino, degradado na gestão anterior, como é de conhecimento público.

E assim o fizeram, tanto que, nas primeiras ameaças de exoneração, professores e funcionários solicitaram da autoridade política, a permanência deles, porque, finalmente a credibilidade estava resgatada. Foram solenemente enganados. A citada autoridade não só garantiu, de viva voz, a permanência, como recebeu efusivos agradecimentos públicos através das rádios e jornais locais, tal foi o alívio e a satisfação de todos. No entanto, menos de 24 horas após o encerramento da eleição da Cergal, para a qual a referida autoridade era candidato, um telefonema de funcionária da gerência de educação para funcionária da escola informava que os diretores estavam exonerados.

Por que tantas pessoas, todas de comprovada eficiência da área da educação, do mesmo governo e do mesmo partido político estão sendo exonerados? Sem dúvida alguma, por odiosa perseguição política, embora se esforcem para não demonstrar. Acredita o atual comando do PMDB que, tirando estas pessoas das escolas, estão me enfraquecendo politicamente. Eles querem o meu lugar na educação e na política a qualquer preço. Pelo visto, não aprenderam a lição. Quando da exoneração da professora Lourdes, da gerência de educação, foram fragorosamente derrotados nas urnas, para prefeito e para vereador, enquanto me reelegi, numa eleição histórica, para o 5º mandato consecutivo como vereador.

Nas eleições do ano que vem, pressupõe-se, tal feito se repetirá. Os eleitores que sabem da importância da educação para melhorar a vida das pessoas, para aperfeiçoar as práticas e superar as desigualdades sociais, não mais aceitam o retorno da velha politicagem que infelicita a vida de todos para o benefício de alguns. Por isso, vão decidir, novamente, no silêncio da urna indevassável, se preferem o avanço ou o retrocesso, a competência ou a incompetência, a seriedade ou a politicalha. Vão decidir, enfim, se desejam que a incompetência e a vingança continuem mandando na educação.