Quer dizer que agora teremos, nas escolas, uma máquina que vai fornecer camisinhas aos nossos alunos?

Legal, hein, pai!!! Enquanto os pais, em casa, tentam ensinar aos seus filhos que o que vem em 1º lugar é o estudo, para que possam garantir uma boa formação profissional para, então, pensar numa relação amorosa mais séria, os carros vão sendo colocados à frente dos bois. Ou seja, um adolescente com 12 anos namora, tem relações sexuais com vários parceiros(as), tem filhos com 13 ou 14 anos e, aí sim, pensa nos estudos. Agora, me respondam: como um adolescente vai estudar tendo que cuidar do filho, sem nenhuma estrutura psicológica e até mesmo física, como é o caso das meninas para gerar uma criança? Como poderia lidar com essa situação? Para alguns, parece que está tudo bem, pois é legal, agora, é que, nas escolas, teremos um incentivo a mais, uma máquina que vai fornecer camisinhas, estimulando assim, a prática do sexo por parte dos adolescentes e nos levando a acreditar que a disponibilidade das mesmas será um estímulo ao início, prematuro, da vida sexual.

Diante disso, nossos filhos, que são nossas riquezas, tendem a enfrentar situações constrangedoras, pois os intitulados “garanhões” das escolas poderão pegar camisinhas todos os dias para usá-las ao bel prazer, enquanto que nossos filhos, criados e educados dentro dos padrões éticos e morais, poderão sentir-se constrangidos por não aceitarem essa prática. Como pai e educador que sou, faço a seguinte pergunta: Isso é inclusão ou exclusão?