Empreender é o ato de criar. No mundo dos negócios, é criar empresas, aproveitar oportunidades, gerar empregos. É, principalmente, potencializar a criatividade. Seja no trabalho, na faculdade, na família, na comunidade, enfim, no espaço particular ou social, a pessoa empreendedora é aquela que tem atitudes de inquietação, ousadia, desejo de mudança. Aplica-se nas transformações e alcança resultados.

Esse tipo de comportamento favorece o crescimento pessoal e o coletivo através da capacidade de ter iniciativa e ideias inovadoras, avaliar problemas, tomar decisões, melhorar a realidade. Os empreendedores compreendem o seu ao redor, preocupam-se com ele, empenham-se na sua melhora. É um líder que se reinventa e reinventa o mundo. O empreendedor vence paradigmas.

Na atual cultura de negócios, mesmo para aqueles que pretendem ser empregados, o mercado de trabalho lhes exige alto grau de empreendedorismo, pois precisa de pessoas que, além do conhecimento técnico, estejam sempre pensando à frente de suas atribuições e tarefas cotidianas, e não se limitem apenas a executar mecanicamente metas que logo serão vencidas pela concorrência. A tecnologia de ontem é obsoleta; o comportamento pronto, também.

O empreendedorismo não é um modismo, ele sempre existiu pelos tempos e manifestou-se nas mais variadas atividades dos seres humanos, em todos os lugares e de muitas formas, com o intuito de melhorar as relações da humanidade de um modo geral. A história registra seus atos marcantes na cultura, nas ciências, na guerra, na política.

O empreendedor é, em todo o mundo, o maior responsável pelo melhor crescimento e o desenvolvimento econômico e social. Uma imaginação criadora, um saber fazer, um ato de vontade, eis um empreendedor. As escolas deveriam voltar-se a desenvolver este espírito. Aprender e fazer esta diferença, ser empreendedoras.