A educação é o alicerce da sociedade. O início de uma edificação é na sua base. Para começar a construção de um edifício, é necessário uma fundação condizente com o que se pretende construir, até mesmo nas moradas mais modestas, para a sua segurança, requer uma base sedimentada em meios bem alicerçados, pois a beleza da arte final, depende da fundação que a sustenta.
 
Na sociedade, não é diferente. Para que tenhamos uma convivência mais igualitária, digna e menos discriminatória, onde as oportunidades sejam ofertadas em pé de igualdade para todos, é necessário uma base sólida, nos moldes de uma edificação. 
 
Tal base nada mais é do que a educação, em larga escala, para todos, de modo que possamos vislumbrar a possibilidade de que num futuro possamos viver em uma sociedade mais equalizada.
 
A educação é o caminho mais curto rumo ao progresso. Quero aqui citar o exemplo de um país que investiu e investe maciçamente na educação, que obteve resultados excepcionais em curto espaço de tempo. O Japão pós guerra, nos meados dos anos 40, encontrava-se aniquilado, onde a fome era generalizada.
 
Diante de tal problema, formou-se uma geração com investimentos voltados para educação de crianças e jovens, resultando em pouco espaço de tempo um país que figura desde os anos 80, entre os países de maior economia mundial.
 
No Brasil, o que se tem são campanhas políticas, promessas de educação inclusiva, de período integral, subsídios à universidade, cursos profissionalizantes e muito mais, pois, se ficasse aqui citando as promessas feitas para educação em época eleitoral, escreveria durante dias.
 
Propostas que deveriam ser cumpridas sob-risco de pena de morte do sistema educacional, que se encontra em nosso país quase no último suspiro, educadores lutam sem forças para ressuscitá-lo.
 
Entendo que este é um caminho mais curto a um futuro mais promissor, principalmente ao combate as desigualdades sociais, gerando oportunidades iguais para todos. 
 
Na educação, todo investimento é pouco, porque o conhecimento é algo que não se tira de um cidadão.