Lemos com muita atenção o folheto editado por órgãos da prefeitura: governo de Tubarão, um tal de Encantos do Sul e um trio de nomes estrangeiros, finalmente o Comtur ou Conselho Municipal de Turismo.
Artisticamente impresso, sem que pudéssemos atribuir-lhe crédito por ser apócrifo, belas fotografias, pena que eivado de erros.

Logo na contracapa, informam que o nosso “cidade azul” foi-nos legado pela poeta Virgílio Várzea, que, certamente onde quer que esteja residindo, retorceu-se no caixão. Na segunda página, a referência sobre a ponte pênsil, sem a sua correta indicação: Pedro João Nascimento.

Na página 3, não tiveram a coragem de publicar a foto do mausoléu a João Teixeira Nunes. Seria pelo seu lastimável estado de conservação? Por que não a informação de que, se ele, o fundador da cidade com a gleba de terra que doou, possibilitou a criação da paróquia e a conseqüente emancipação?
E o erro mais grave: na página 5, a troca de Heriberto Hülse, o único tubaronense governador do estado, por Irineu Bornhausen, como do nome da ponte no centro da cidade.

Se não reconhecêssemos a competência do secretário de cultura, Felipe Felisbino, da professora Jussara e de mais uma dezena de luminares e eméritos professores da Unisul que prestam serviços relevantes à prefeitura, lamentaríamos os erros apontados e concluiríamos que realmente andamos mal de história e cultura.

Tais folhetos deveriam ser recolhidos, corrigidos e reimpressos, com débito para quem os liberou.
Por oportuno: as praças centrais 7 de Setembro, Walter Zumblick e Nereu Ramos estão bem melhores em seus calçamentos com pedriscos preto e branco, mesmo sem as placas identificativas…