Floresta Amazônica, o pulmão do mundo. Esta frase pode perder o sentido nos próximos anos. Dois motivos, duas fases, uma oculta, outra evidente, mas também oculta pelos poderosos industriários do planeta.

A maior floresta do planeta é massacrada e mascarada pelos gazes assassinos expostos na atmosfera, a grande maioria soprados do hemisfério norte da América, principalmente por norte americanos dos Estados Unidos e do Canadá. As megas indústrias de petróleo e carvão, por exemplo, são as principais vilãs da poluição atmosférica que assassinam a volumosa floresta tropical.

Outra fase não muito oculta são as posses indiretas da Amazônia. Nosso principal terreno vai sendo tomado por gringos de várias nações. Eles têm caminho aberto para pesquisar, cortar, degradar e assassinar a floresta. É pena que autoridades brasileiras não consigam tomar conta do principal terreno do planeta.

Daqui a alguns anos, a floresta não será mais o foco principal, pois já estará poluída, degradada, seca, sem árvores, sem ar, sufocada, distinta daquela beleza esplendida concedida quando tudo começou.
O que fazer para frear este processo já acelerado na nossa Amazônia, do pulmão do planeta. Lá, correm os maiores rios. Estão, a mais ampla fauna e flora, o mais puro ar. Até quando?

Escrever um artigo do gênero ou criar ong’s de proteção e cuidados terrestres é um processo que auxilia no freamento desta ação horrenda, desta atitude insolene, de matar nosso ar, já que, se depender do estado, afundamos cadeiras no aguardo de sua proteção.
Em contrapartida, o que eles ganham? Muito dinheiro, trilhões de dólares. Além do poder territorial dos milhões de quilômetros quadrados que envoltam a Amazônia.

Portanto, o que vale mais na sociedade atual? O dinheiro, o poder monetário ou seu amigo, sua, mãe, seu pai, seu filho, seu ar, sua água, seu futuro, a floresta Amazônica? “Estou sufocando, me ajude”, implora a, ainda bela, floresta.