O equilíbrio impera na natureza. Os animais, as plantas completam seus ciclos de vida conformem os desígnios do Grande Arquiteto do Universo.
Surgiu então na Terra um animal diferente, que, com a evolução começou a andar ereto, descobriu coisas maravilhosas com a sua inteligência. Mas, em certo momento, talvez por se julgar superior, tentou de todas as maneiras subjugar toda a forma de vida encontrada na Terra.

A partir dessa dominação, tornou-se o único animal na face da Terra que destrói o ambiente em que vive (e ainda somos considerados seres racionais).
Constrói-se em regiões ribeirinhas, banhadas e baixadas, sabendo que estas áreas são reservadas pela natureza para as grandes cheias. Utiliza-se os rios como grandes redes de esgotos a céu aberto, e depois gastam fortunas imensas para tratar a mesma água que será utilizada para seus filhos beberem.
Gastam-se milhões em produtos químicos para produzir alimentos contaminados, e depois bilhões para tratar as doenças produzidas por estes alimentos (as grandes empresas de agrotóxicos e remédios agradecem).
Matam pelo simples prazer de matar, mata para possuir para si e para os seus, parte da natureza.

Tornou-se indiferente a fome, a sede e ao sofrimento de milhares de pessoas.
O aviso já foi nos dado há alguns anos.
A natureza não vai aguentar.
O crescimento da população humana, o uso abusivo dos recursos naturais, a falta de alimentos nos países mais pobres e ricos, a concentração de riqueza, a diminuição do pescado nos mares, tudo esta nos levando a tornar a vida nesta terra cada vez mais difícil, talvez impossível daqui a algumas dezenas de anos.
Ainda temos saída. O ser humano, o mesmo que polui e degrada, pode recuperar, pode despoluir, pode reciclar, pode controlar o uso, pode distribuir (alimentos e riqueza), pode preservar, pode viver.

É no homem que devemos investir. É fazendo com que ele preserve o ambiente inteiro, pois ele é parte da natureza, da terra.
É insistir na educação, educação, educação.
É conscientização, conscientização e conscientização, e, por sermos humanos, não esquecermos da fiscalização.

Para reverter a situação, a secretaria estadual de agricultura e desenvolvimento rural, através da Epagri, entra. Trabalhamos com mais de 140 mil famílias rurais em Santa Catarina, levando conhecimento, educação ambiental, preservação, conscientização, fazendo extenção rural, e prestando assistência técnica, mostrando como produzir, mas com respeito à natureza e principalmente confiando no desenvolvimento do meio rural catarinense.
É no homem que devemos investir.
Educação, educação, educação.