Pressão, responsabilidade, dúvidas, medos… esses são alguns dos sentimentos que ‘surgem’ na hora de fazer a inscrição do vestibular. Nas universidades do sistema Acafe, como a Unisul, estão abertas até o dia 10 de novembro, pela internet (www.acafe.org.br). Já para a Ufsc e Udesc, o prazo já encerrou, assim como na Universidade Federal da Fronteira Sul (Uffs), que funcionará em Chapecó, e usará as notas do Enem como processo seletivo.

As escolas ajudam os aluno a se decidirem por uma carreira. Na Martinho Alves dos Santos, há várias formas. “Uma delas é o teste vocacional. A equipe de orientação da escola aplica um questionário e depois avalia as respostas. Além disso, recebemos a visita de representantes de universidades que apresentam os seus cursos e trazem profissionais para conversar com os alunos”, conta o diretor José da Silva Thiesen.

E os alunos que ainda estiverem em dúvida podem participar hoje do Game das Profissões, uma atividade realizada pela Unisul, na quadra da escola. Outras informações podem ser obtidas com a direção.

Homenagem aos professores

O Dia do Professor não passou em branco na Escola Martinho Alves dos Santos. Ao som de violino e de uma banda da escola, várias músicas foram cantadas e uma bela mensagem recitada por uma aluna aos mestres. “Em uma função de destaque na sociedade e às vezes pouco reconhecida, nossos professores são verdadeiros heróis. Diariamente lidam com centenas de crianças e adolescentes”, enaltece o diretor José da Silva Thiesen.

Trabalho em equipe pelas civilizações antigas

Aprender a trabalhar em equipe é algo para a vida toda. Os primeiros passos são dados na escola e o aperfeiçoamento se dá no decorrer na vida, e é de extrema importante para o sucesso na profissão.
Os alunos das 1as séries do ensino médio da Escola Jovem, em Tubarão, aprenderam bem essa lição recentemente. Cada turma foi dividida em oito equipes para produzir trabalhos que mostrassem as civilizações antigas. A iniciativa foi da professora de história Maria Aparecida de Farias, a Quinha.

As maquetes de Mesopotâmia, China, Índia, Egito, Palestina, Fenícia, Pérsia e África ficaram lindonas expostas no hall de entrada da escola. “Tivemos que pesquisar bastante e também observar que a tecnologia usada no passado é bem diferente da de hoje”, relata o aluno Felipe Neves, 16 anos. “Nosso trabalho foi sobre Mesopotâmia e fizemos até uma tumba”, conta, orgulhoso, o colega Diogo Ramos, 16.