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Minha Vida de Cão - Cris Carara

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Publicado em 03/06/2019 00h10

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Veterinário alerta sobre riscos da raiva e importância da vacina anual
Um caso de raiva humana abalou a pequena cidade de Gravatal, em Santa Catarina. Uma mulher de 58 anos foi mordida por um gato e contaminada pelo vírus da doença. Havia 38 anos que o estado do sul do país não registrava casos de raiva humana. Logo após a confirmação do diagnóstico, a Vigilância Epidemiológica começou uma campanha na região para imunização de cães e gatos.

A vacinação é a medida mais eficaz de prevenção da raiva em mamíferos e, consequentemente, também a maneira mais adequada de se evitar a raiva humana. Muita gente associa a raiva à doença de cachorro e gato, mas o vírus pode acometer ainda coelhos, cavalos, bois, morcegos e também o homem.

“Animais infectados podem transmitir a doença para humanos e humanos infectados podem transmitir a doença para os animais, inclusive para outros humanos”, explica o Dr Ítalo Cassio Silva de Oliveira, médico do Centro Veterinário Seres, do Grupo Petz.

A transmissão do vírus para o homem se dá pela saliva de animais infectados que podem lamber, morder e provocar ferimentos. Machucados provocados por um animal contaminado devem ser imediatamente limpos com água e sabão e a pessoa tem de procurar uma unidade de saúde para receber soro antirrábico o mais rápido possível.

“Em humanos os sintomas da raiva podem aparecer em 20 e até 45 dias depois da contaminação. Mas existem casos do vírus ficar latente, sem ser reconhecido pelo sistema imunológico, durante meses”, explica o veterinário do Seres.

Quando ocorre contaminação, a batalha pela vida quase sempre é perdida. “Os pacientes podem apresentar alterações comportamentais, salivação, vocalização, agressividade, convulsões e coma seguido de óbito. O vírus causador da doença ataca o sistema nervoso central e provoca encefalite, uma inflação no encéfalo. A evolução da doença é tão rápida que na maioria das vezes não há tempo para conclusão do diagnóstico.

Como evitar a Raiva:
A forma mais eficaz de evitar a raiva é com a vacina antirrábica. Então uma dica importante é manter a caderneta de vacinação do seu pet atualizada. Aliás, ele já foi vacinado este ano?
Desde 1954, a lei 2.858 determina a vacinação anual de pets.
E sabia que você, tutor, pode até ser multado se não vacinar seu bicho de estimação contra raiva?

“Diferentemente da conduta em relação aos pets, os tutores não precisam tomar a vacina. No caso dos humanos, a vacina antirrábica é recomendada apenas para os profissionais que trabalham diretamente expostos a riscos de contaminação por mordedura de animais e para os profissionais da área da saúde. As vacinas para humanos são administradas em postos de saúde.

Morcegos
Quando surgem casos de raiva bovina ou equina geralmente a suspeita de transmissão do vírus recai sobre os morcegos hematófagos, que se alimentam de sangue de animais vertebrados.
“É preciso ficar claro que nem todo morcego hematófago transmite raiva. O risco só existe se o animal estiver contaminado com o vírus. E por serem de hábito noturno e de ambiente de mata, sua entrada em áreas urbanas sempre é transitória”, ressalva Dr. Ítalo.

Como os morcegos têm hábitos noturnos, quando adoecem, geralmente são encontrados caídos em terrenos e quintais. Evite contato se o animal estiver vivo ou morto e avise o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade. Cuidado também para que cães e gatos não se aproximem.


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