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Inteligência Financeira - Camila Scussel

Financiamento

Publicado em 19/01/2019 00h34

Uma das dúvidas mais frequentes no que tange finanças pessoais, é a viabilidade do uso do crédito, seja na modalidade de empréstimos, financiamentos ou consórcio.

Isso é bastante compreensível se verificarmos o bombardeio de ofertas e anúncios que recebemos e a quantidade de bobagens que ouvimos daquele que quer “vender seu peixe”.

A análise pode ser rápida e simples: você quer comprar determinado bem, por exemplo, uma casa, não tem dinheiro para isso e recorre ao crédito. Você compra uma casa e paga cinco.

Diferenças básicas entre empréstimo, financiamento e consorcio:
Empréstimo: alguma instituição financeira te empresta dinheiro cobra bem alto por isso (sempre). O “alto” meu pode ser diferente do “alto” seu, uma vez que cada instituição define suas alíquotas de CET (Custo Efetivo Total) de acordo com o score de cada pessoa.

(Score financeiro - pontuação atribuída a cada pessoa no que se refere a sua capacidade de honrar os compromissos financeiros assumidos. )

Financiamento: há necessariamente um bem envolvido. Por isso o financiamento tem alíquotas menores que do empréstimo, pois, em caso de inadimplência, o credor toma o bem. Por reduzir significativamente o risco para o credor, o CET diminui.

Consorcio: paga menos juros que no financiamento, mas tem que esperar ser sorteado. Ou seja, paga-se juros e só tem o bem quando a sorte sorrir.

Do ponto de vista financeiro qual é o melhor? O melhor é você  fazer seu planejamento de juntar o dinheiro que você precisa para pagar à vista pelo bem que pretende.

Mas ao dizer isso, começam bobagens :
“Isso e impossível” - justificativa do bagunçado endividado. Se você consegue pagar as parcelas, como não consegue guardar dinheiro?

“Ahh, mas casa própria é investimento”: investimento fazemos com nosso dinheiro, não se investe com dinheiro de outros.

Várias vezes falei que temos baixa percepção financeira, o que faz com que aqueles x reais necessários para comprar aquilo que desejamos pareça muito distante de ser alcançado. Ao olharmos com calma nosso orçamento, com intuito de otimiza-lo, podemos perceber que parte dos gastos são completamente desnecessários. Ao pensarmos sobre estratégias de free lancer (renda extra), verificamos o quanto isso pode nos agregar ao nosso esforço de poupança. Aplicar bem o dinheiro poupado, também potencializa os ganhos. E acima disso tudo, o fato de termos um objetivo bem esclarecido é motivacional até mesmo para melhorar as ações simples do dia a dia.

Se você já contraiu crédito e se arrependeu, paciência, bola para frente, aprenda com seu erro e não erre mais. Quanto antes você quitar a sua dívida, menor será o impacto negativo dela em suas finanças. Planejamento e disciplina são as palavras de ordem para isso.  Para te ajudar, preparei um material gratuito que estou disponibilizando por meio da lista VIP, caso interesse, me peça lá.

Para receber conteúdos sobre inteligência financeira acesse minhas mídias:
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