#Praccegover Foto:na imagem há uma mulher com roupa cinza e cachecol. Elaestá sentada em uma cadeira e a mesa é de mármore
#Praccegover Foto:na imagem há uma mulher com roupa cinza e cachecol. Elaestá sentada em uma cadeira e a mesa é de mármore

Depois de quase um ano longe dos bancos escolares, por conta da pandemia do coronavírus, em que o ensino precisou ser realizado de forma online, geralmente de casa, que emendou com as férias e que modificou a rotina de milhares de alunos, familiares e professores, neste momento, precisa passar novamente por mudanças. A realidade atual, pelo menos para parte dos polos educacionais brasileiros, é retornar às aulas presenciais ou às aulas remotas. Alteração que exigirá das comunidades pedagógicas novas estratégias para a manutenção da segurança e para o acolhimento afetivo de todos os envolvidos com a aprendizagem.

Para a psicóloga e psicopedagoga clínica do Complexo Médico Provida, em Tubarão, Sandra Cruz (CRP-12/0944), o retorno à sala de aula precisa ser gradativo e de parceria entre os familiares e educadores. Significa começar uma nova rotina.

“Assim como algumas crianças estão com saudades das atividades escolares, da presença do professor, do encontro com os amigos, outras se acostumaram com o isolamento social ou não conhecem o ambiente escolar. Em todos os casos, é preciso ter cuidados em relação a criar expectativas, uma vez que o momento ainda é de incertezas. A sugestão é não alimentar possibilidades irreais que possam levar a frustração e a conflitos desnecessários”, destaca Sandra.

A psicóloga destaca ainda que é necessário considerar que as rotinas criadas após a disseminação do do novo vírus, exigiu da sociedade mais responsabilidades com o coletivo, tolerância às frustrações, controle das emoções, assim também como gerou mais casos de ansiedade, depressão, dúvidas, angústias, fobias, medos e pânicos, colocando diretamente em risco a saúde mental.

“Com a nova realidade, a escola que é constituída por pessoas, precisa ser ouvida pela comunidade, em contra partida, precisa escutar as demandas dos professores, dos pais e dos alunos e diante dos cuidados extras com o vírus, precisa reforçar os laços da coletividade e compartilhar com todos as responsabilidades do processo educacional”, completa.

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