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Pacientes do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) em Tubarão, procuraram o Portal Notisul na última sexta-feira (29) para reclamar das condições higiene e do atendimento oferecido pela entidade. Eles reclamam da superlotação e sujeira nos banheiros, além de materiais para fora da lixeira. No sábado (30) uma paciente contou a equipe de redação que não teve os cuidados necessários. Segundo ela, a falta de cuidados ocorreu no pré-operatório e também no pós-operatório.

No caso ocorrido na última sexta-feira, a cliente relata que chegou no unidade hospitalar às 18h30 e que ficou aguardando 40 minutos e 1 hora para passar pela triagem. “Fui direcionada para o isolamento da Covid! Fiquei entre 3 ou 4 horas, somente para passar pelo médico, após a triagem. Por volta das 20h, tentei ir ao banheiro, mas não havia jeito. A situação era deplorável, não havia o mínimo de limpeza”, expõe.

A paciente que chegou na unidade depois das 18h30, conta que conversou por algum tempo com uma acompanhante que estava há horas na casa de saúde. A mulher acompanhava uma senhora, que estava sentada esperando por um leito para internação há mais de 10 horas. “A acompanhante relatou que tinha pedido para um enfermeiro, que estava na sala ao lado do banheiro, na ala de Raio X, que higienizassem o lugar, ele disse que não poderia fazer nada. Cheguei às 18h30 e por volta das 22h, o local ainda estava sujo”, lamenta.

Uma paciente entrou em contato com o Portal Notisul no sábado (30) pela manhã e relatou que a equipe de enfermagem do Centro Cirúrgico não dispensou uma medicação que seria de uso necessário. O medicamento seria um calmante, bem utilizado nos procedimentos cirúrgicos. “Eles deveriam ter lido o meu prontuário. Não recebi o medicamento. Não há o que reclamar da equipe médica, mas os demais profissionais ficaram devendo. Há coisas que não há lógica”, assegura uma paciente que passou por um procedimento cirúrgico neste ano.

A instituição centenária afirma que opera há mais de duas semanas além da capacidade de atendimento. Os casos graves de media e alta complexidade tiveram um aumento considerável recentemente na emergência. No local, mais de 50% dos atendimentos são de baixa complexidade. Esses atendimentos deveriam ocorrer em unidades de saúde e também na policlínica, porém os pacientes procuram a unidade hospitalar. Sobre o caso no Centro Cirúrgico, só é possível a investigação se tiver o nome da paciente.

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