#Pracegover foto: na imagem há uma mulher e uma menina
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Depois de superar diversos obstáculos impostos pela paralisia cerebral com a qual nasceu, a menina Helena Sangaletti, de 3 anos, de Tubarão, precisa de ajuda para continuar vencendo as barreiras. A doença não limitou a criança que vem dando um passo de cada vez, com o objetivo de aprender a caminhar. Ela realiza inúmeros tratamentos, inclusive o de fisioterapia.

A mãe de Helena, a dona de casa Rosinete Sangaletti, iniciou uma campanha para arrecadar valores para custear as sessões de fisioterapia e outros tratamentos neste período de final e início de ano, entre dezembro e fevereiro. “Apae e a Unisul só retornam com as atividades em fevereiro e para continuar evoluindo, a minha filha precisa seguir com o tratamento. Estamos fazendo uma campanha para arrecadar um montante e ela realizar as terapias de forma particular. Não podemos parar com as evoluções”, pontua.

Para colaborar basta depositar qualquer quantia na Caixa Econômica Federal em nome de Helena Sangaletti, na agência 0425; operação: 013; conta: 00174737-4 e CPF: 06324605981. O pix é 06324605981 (CPF) e está em nome de Helena Sangaletti.

A criança se alimenta por sonda e se locomove com um andador adaptado. A Paralisia cerebral (PC), é o achado clínico mais incapacitante na infância. O diagnóstico envolve alterações no movimento e postura do corpo secundários a uma lesão do cérebro em desenvolvimento. Pode ocorrer durante a gestação, ao nascimento ou no período neonatal.

Há uma grande variação nas formas como a PC se apresenta, estando diretamente relacionadas à extensão do dano neurológico: lesões mais extensas do cérebro tendem a causar quadros mais graves. Os diferentes graus de comprometimento motor e cognitivo podem levar a um leve acometimento com pequenos déficits neurológicos até a casos graves, com grandes restrições à mobilização e dificuldade de posicionamento e comprometimento cognitivo associado.

As alterações da parte motora incluem, problemas na marcha (como paralisia das pernas), hemiplegia (fraqueza em um dos lados do corpo), alterações do tônus muscular (espasticidade caracterizada por rigidez dos músculos) e distonia (contração involuntária dos membros). Em casos graves, há necessidade do uso de cadeira de rodas. Já as alterações cognitivas incluem problemas na fala, no comportamento, na interação social e no raciocínio. Os pacientes também podem apresentar convulsões.

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