#Pracegover Foto: na imagem há um menino de camiseta preta
#Pracegover Foto: na imagem há um menino de camiseta preta

Procure  imaginar os intensos desafios para uma mãe que dá as boas-vindas a uma criança com necessidade de um trabalho de reabilitação intenso, em uma luta contra o tempo para conseguir os melhores resultados. Os desafios da vida cotidiana no mundo moderno, para uma mulher adulta são bem conhecidos e, dentro do possível, enfrentados de forma excelente. Trabalho, carreira, relacionamento e, eventualmente, filhos.

Daniela Fraga Mateus, de 43 anos, é mãe de Antônio Mateus Boscheti, de 2 anos, diagnosticado há poucos meses com paralisia cerebral. Moradora do bairro Campestre, em Tubarão, a dona de casa idealizou uma campanha de arrecadação por meio online no site https://voupe.com.br/campaign/view/id/1211/%C3%B3rtese+para+o+Antonio com o intuito de melhorar a qualidade de vida do pequeno. Ela tenta atingir o valor de R$ 2 mil por meio de doações para comprar  órteses dos membros inferiores.

De acordo com Daniela, as órteses ajudarão no melhor posicionamento dos pés do menino e também irá fazer com que ele fique de pé, com todo o alinhamento necessário. Assim, Antônio poderá trocar passos, desenvolvendo os seus músculos e articulações com melhor qualidade de vida. Ela destaca que é urgente a utilização das órteses, uma vez que já ocorre o encurtamento dos pés do menino.

Antes do nascimento do garoto, a moradora da Cidade Azul não conhecia nada sobre a doença, suas consequências ou a forma de tratá-la. Ela não tinha ideia de que o filho, que nasceu prematuro, sofreu uma lesão cerebral incurável provocada pelo sofrimento fetal. Não sabia até poucos meses que acriança teria dificuldades de locomoção, precisaria de cuidados especiais e equipamentos apropriados à sua necessidade, como cadeira de rodas, andador e órteses dos membros inferiores.

Além de Antônio, a dona de casa tem mais um filho, Henrique Mateus Boscheti, de 9 anos. O pai das crianças trabalha com reciclagem e não reside com Daniela. Ela e os dois filhos moram de aluguel e contam com o apoio de parentes, amigos, colegas e conhecidos para sobreviver. Eles recebem doações em dinheiro para ajudar nas despesas da casa e cestas básicas.

“Não consigo trabalhar fora porque o Antônio precisa de cuidados 24h. Por ser uma criança com paralisia cerebral ele depende muito da mãe. Conto com a colaboração das pessoas nos últimos tempos. Estou aceitando todos os tipos de doações em dinheiro para comprar as órteses, cestas básicas, fraldas e leite para o Antônio. Ele se alimenta praticamente de leite, porque há dificuldades para engolir alimentos mais sólidos”, pontua.

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