Há pouco mais de um mês a adolescente Ana Clara Prazeres Venâncio, de 16 anos, de Tubarão, foi vítima de um atropelamento. A jovem estava com sua mãe, Marinete Prazeres, de 57 anos, em uma parada de ônibus, no bairro São Clemente, quando foi atingida por um veículo conduzido por um estudante de 18 anos.

Além de ter atingido a adolescente na parada de ônibus, o condutor atropelou a mãe da garota e mais um homem, Fernando Gomes Costa, de 44 anos, que conduzia a sua bicicleta. O ciclista morreu no local e a genitora da jovem de 16 anos, foi encaminhada para o Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), no centro da Cidade Azul. Porém após 42 minutos na casa de saúde, a mulher veio a óbito.

Conforme o pai da adolescente, Marco Aurélio Venâncio, a filha tem seguido o tratamento necessário. “Levamos a Ana Clara na segunda-feira da semana passada para a casa de uma tia materna em Florianópolis. Lá ela terá os cuidados necessários com a minha cunhada”, expõe.

Ele conta que a filha passou por um procedimento cirúrgico. A adolescente precisará utilizar por aproximadamente três meses fraldas descartáveis. Ela também não deverá colocar os pés no chão por mais de 90 dias.

Conforme os especialistas, a recuperação dos acidentados geralmente é demorada e dolorida. Em diversos casos a vítima consegue se recuperar, porém, em alguns  os traumas são permanentes e muitas pessoas precisam se adaptar a uma nova realidade de limitações. Ter uma perna amputada, ficar paraplégico, tetraplégico, por exemplo, são sequelas que mudam a vida de quem sofreu o acidente e todos ao seu redor.

Fora o trauma e o drama familiar, o acidente causa um problema de sustento. Existe a parada da atividade por um período quando chega a necessidade de cirurgia por 90 ou até 180 dias sem trabalhar. Além disso, há o custo muito alto com tratamento, cirurgias, e com a recuperação da pessoa.

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