Tubarão

Os trabalhos de corte e retirada das duas falsas seringueiras que caíram parcialmente na cabeceira da margem esquerda da ponte Heriberto Hülse. Outras árvores da mesma espécie, com risco de queda nas proximidades, também serão removidas. A operação é realizada por uma empresa especializada do setor madeireiro e viabilizada por meio de contratação com dispensa de licitação por menor preço, expediente permitido graças ao decreto de emergência assinado na semana seguinte ao temporal do dia 24 de maio que causou estragos em várias partes da cidade.

Segundo o coordenador de Proteção e Defesa Civil, Djalma Alves, as falsas seringueiras que serão retiradas colocam em risco a segurança de pedestres e veículos que circulam pela beira-rio e também pode prejudicar a ponte Dilney Chaves Cabral, que fica um pouco mais adiante. “Em caso de queda no leito do rio Tubarão, as árvores seriam levadas pela correnteza e poderiam se chocar contra as colunas da ponte, o que causaria danos estruturais à ponte”, alerta.

 A previsão é de que os trabalhos na beira-rio demorem pelo menos três semanas. Durante esse período, as avenidas Getúlio Vargas e José Acácio Moreira terão interdições programadas nas proximidades da ponte, para que máquinas e caminhões possam trabalhar no corte e retirada das árvores. Quando isso ocorrer, os veículos devem utilizar as ruas transversais e fazer o contorno pela avenida Expedicionário José Pedro Coelho.