Amanda Menger
Tubarão

As obras de duplicação da BR-101 causam impacto na vida das comunidades por onde a rodovia passa e também na dos trabalhadores. Para minimizar os problemas, a legislação determina a realização de programas sócioambientais. No caso da BR-101, o estudo de impacto ambiental (EIA/Rima) determinou a realização de 23 programas que envolvem ações educativas, ambientais, de preservação da flora e da fauna e também dos trabalhadores.

Os funcionários da construtora Triunfo, responsável pelo lote 26, entre Jaguaruna e Capivari de Baixo, participaram ontem de uma palestra sobre cuidados com a saúde e a segurança nas obras. “Repassamos aos trabalhadores dicas de saúde e orientamos sobre o uso dos equipamentos de proteção, sobre o uso dos banheiros químicos e dos refeitórios móveis. O número de trabalhadores envolvidos é muito grande e a há uma rotatividade expressiva, então, é preciso fazer palestras constantes para que os problemas sejam reduzidos”, observa o educador ambiental da Empresa de Supervisão e Gerenciamento Ambiental (Esga), Carlos Türck.

As palestras e oficinas são feitas em escolas, universidades, câmaras de vereadores e clubes de serviços. Na próxima semana, os educadores ambientais participam do 8º Seminário do Fórum Catarinense pela Preservação da Vida no Trânsito, com uma palestra sobre o impacto das obras no trânsito.