O festival ‘Toka pra Dança’, será realizado pela primeira vez nesta sexta (23), sábado (24) e domingo (25), tem o objetivo de não deixar a dança morrer nesse cenário de pandemia do novo coronavírus (covid-19). A ação tem como propósito aumentar a representatividade das danças urbanas e alcançar novos públicos na Amurel.

Conforme o produtor e idealizador do evento, Matheus Pipoka, é necessário promover cada vez mais eventos na região que possam incluir e incentivar os jovens nas práticas físicas e culturais. Ele explica que serão oferecidas oito aulas de dança dentro dos níveis iniciante e intermediário. Elas serão ministradas de forma gratuita e on-line.

De acordo com a produtora e organizadora do evento, Michelle Cardoso, para garantir uma vaga é preciso escolher um dos passaportes disponíveis na plataforma Sympla: Passaporte Toka – Iniciante ou Passaporte Toka – Intermediário. Depois da inscrição, todas as recomendações serão enviadas por e-mail.

A dança urbana, é um conjunto de estilos de danças que possuem movimentos detalhados (acompanhados de expressão facial), com as seguintes características: fortes, sincronizados e harmoniosos, rápidos, simétricos de pernas, braços, cabeça e ombros, assimétricos de pernas, braços, cabeça e ombros e coreografados.

As músicas, independente do estilo urbano, têm a batida forte como principal característica. A dança urbana originou-se nos Estados Unidos, em 1929, época da quebra da bolsa de Nova York e da grande crise econômica. Músicos e dançarinos dos cabarés americanos urbanos, desempregados como consequência da crise, passaram a realizar suas performances nas ruas.

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