Maycon Vianna
Tubarão

Sair com os amigos para tomar uma cervejinha é uma prática comum dos brasileiros. Muitos deles não abrem mão de uma ‘gelada’ com os amigos, principalmente nos momentos de lazer e diversão.

No último sábado, o cirurgião dentista Mauri Bernardes (foto), de Tubarão, resolveu abrir uma garrafa e compartilhar a cerveja com a sua esposa. Ao retirar a tampa, a surpresa: pequenos pedaços de isopor estavam no interior e impediam que o líquido saísse. “Só percebi quando comecei a colocar a cerveja no copo. Em um primeiro momento, achei que fossem cubos de gelo. Mas, ao analisar com mais cuidado, percebi os pedacinhos de isopor. Nunca vi isso em toda a minha vida”, espanta-se.

O fato também chamou a atenção de uma funcionária do Serviço de Atendimento da Nova Schin. “Realmente, é um fato que chama a atenção. Algo pode ter ocorrido na produção. Enfim, é preciso uma análise minuciosa para determinar o que realmente ocorreu”, diz a operadora Talita Ventura, da Nova Schin.

A recomendação da cervejaria, segundo Talita, é efetuar a troca do produto em um representante autorizado na região e esperar 20 dias úteis para que o laboratório interno da Nova Schin, situado em São Paulo, libere o laudo completo. “Não dá para adiantar como os pedaços de isopor possam ter aparecido dentro da garrafa. É preciso esperar 20 dias úteis para que os funcionários do laboratório tenham uma posição concreta”, explica Talita.

O cliente Mauri conta que o fato virou motivo de piada entre os amigos, que não acreditam. “Cheguei a levar a garrafa para o meu consultório odontológico para verem o que estava misturado ao líquido. A partir de agora, cada vez que for comprar uma cervejinha, vou olhar bem”, relata.
A redação do Notisul entrou em contato, na tarde de ontem, com a assessoria de imprensa da Nova Schin. A agência FBS Comunicação informou que, ao ficar pronto o laudo do laboratório, será divulgada a informação correta e, na íntegra, do que de fato ocorreu.