Tubarão

Integrantes da prefeitura, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Apae tiveram uma reunião para discutir uma série de questões em torno da operação do estacionamento rotativo que estavam em avaliação. Os ajustes e melhorias sugeridos devem ser aplicados até o fim do ano.

Participaram do encontro o secretário de Urbanismo, Mobilidade e Planejamento, Nilton de Campos; o gerente de Trânsito, Dionísio de Quadros; o presidente da Apae, Luciano Menezes; o diretor administrativo da Apae, Demétrio Verani; a analista de projetos da Apae, Daniela Réus Carlos; o advogado da Apae, Camal Zurba; o advogado da prefeitura, Raul Orleans; o presidente da CDL, Harrison Marcon Cachoeira; o diretor executivo da CDL, Felipe Antunes Nascimento; o diretor da CDL, Rafael Nandi Calegari; e, representando a empresa IT2B, que opera o rotativo, o diretor comercial, Cassio Viana Dias, e o executivo de negócios, Sandro José de Souza.

Na reunião, realizada na sede da Apae, Nilton apresentou algumas situações que não funcionavam da maneira esperada ou que geraram reclamações e críticas por partes dos usuários. Entre os itens apontados estavam a falta de informações e de esclarecimentos sobre o funcionamento do serviço, falta de identificação dos postos de venda de tíquetes de estacionamento, mau funcionamento do aplicativo para telefones celulares, ausência dos monitores em algumas áreas e informações insuficientes no aviso de irregularidades.

Entre as sugestões apresentadas estão uma divulgação conjunta entre Apae e prefeitura sobre informações gerais do funcionamento do estacionamento rotativo, criação de cinco pontos de vendas fixos (próximos ao edifício EJB, supermercado Angeloni, Calçadão da rua São Manoel), beira-rio próximo à loja Nandi e imediações da Casa da Cidade). Além da melhoria no funcionamento do aplicativo também foram sugeridos a expansão das vagas de estacionamento e as respectivas sinalização vertical e horizontal.

A expansão de vagas, com as sinalizações verticais e horizontais, descritas em cláusulas previstas em decreto, foi cobrada pela prefeitura à Apae por meio de uma notificação extrajudicial no último dia 20. Na reunião, ficou acertado que não haveria a necessidade de uma contra notificação à prefeitura, pois todas as informações sobre o tema estariam presentes na ata do encontro.