#Pracegover foto: na imagem há vários veículos
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O Sindicato dos Trabalhadores dos Estabelecimentos em Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) acatou orientação do MPT para manter 50% do efetivo durante a paralisação. Com isso, será possível realizar atendimentos de extrema urgência durante o período de greve, conforme explica o presidente do Sindisaúde, Cleber Ricardo da Silva Cândido.

“O Ministério Público intermediou, fez a parte dele, mas não houve avanço. Será por tempo indeterminado e nossa intenção com a paralisação não é prejudicar a população. Vamos deixar 50% do efetivo e manter atendimentos de extrema urgência. Gostaria de pedir que a população tenha um pouco de paciência porque lutamos para melhorar o atendimento e o sistema, onde há uma precarização das ambulâncias e condições de trabalho”, explica o líder sindical.

O piquete será montado em frente ao 9° Batalhão de Polícia Militar (9° BPM), onde está a central de regulação. Os atos durante o movimento serão definidos em assembleias com os trabalhadores. Um dos motivadores da greve é a decisão da empresa OZZ Saúde de recorrer da decisão da 2ª Vara do Trabalho de Criciúma, que condenou a empresa ao pagamento, com juros e correção monetária, de verbas trabalhistas atrasadas, entre elas as diferenças salariais no período de novembro de 2018 e maio de 2019, com reflexos em horas extras, adicional noturno, férias, décimos terceiros e depósitos de de FGTS.

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Fonte: Engeplus