Qual é o lugar considerado mais perigoso do mundo para viver? Seria em lugares onde muitas pessoas morrem como se estivessem em uma guerra civil? Em celebrações em países islâmicos? Nas favelas e presídios brasileiros? Muitos acreditam que o lugar mais perigo é no ventre de algumas mulheres.

A Igreja Católica celebra de 1º a 7 de outubro a Semana Nacional da Vida e nesta quinta-feira, 8, o dia do Nascituro, a criança que está por nascer. Neste dia, a igreja celebra o valor inviolável da dignidade da vida humana, do seu início até o seu fim.

O pároco da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, no bairro Passagem, em Tubarão, Edison de Souza Müller, pontua que devemos partir do princípio que a vida é um Dom de Deus. “A vida é um milagre de Deus e no momento em que há a fecundação, no encontro do óvulo com o espermatozoide e ali ocorreu a concepção há uma nova vida, um novo ser dotado de todas as potencialidades e capacidade de se desenvolver, crescer, nascer e ser feliz”, observa.

Ele afirma que desde a concepção Deus já está presente no novo ser, na nova vida e o capacita. “Por isso a igreja valoriza a pessoa e defende a sua concepção até o seu declínio natural. A igreja é contra o aborto, a interrupção da gravidez. Porque é uma nova vida com tudo aquilo que é necessário para se desenvolver”, finaliza o padre Edison.

Diversas paróquias de Tubarão celebram nesta quinta-feira, missas em favor da vida. Às 19h30 as Paróquias Santa Teresinha do Menino Jesus, na Passagem e São José Operário, em Oficinas, farão a benção das grávidas e das que querem engravidar.  A semana lembra não somente a vida do nascituro, mas a vida humana, em especial a sua condição de fragilidade e inutilidade para a sociedade. Para a igreja muitas são as vocações da vida como uso de células embrionárias para a pesquisa, o aborto, a pílula do dia seguinte, métodos anticoncepcionais abortivos, a prática da eutanásia.

A Semana Nacional da Vida foi instituída em 2005 pela 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil e Culmina no Dia do Nascituro, 8 de outubro, data escolhida pela proximidade com a festa de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro. O objetivo é propor à sociedade o debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até o seu fim natural.

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