Amanda Menger
Tubarão

Quatro novas viaturas reforçarão a frota das polícias Civil e Militar de Tubarão e Capivari de Baixo. Os veículos foram entregues ontem pelo secretário estadual de segurança pública e defesa do cidadão, Ronaldo Benedet. Serão dois Logans da Renault para a PC e um Logan e uma Parati da Wolksvagem para a PM.

“O diferencial é que esses carros foram adquiridos em um pregão eletrônico, o que dá transparência à negociação, e estão equipadas com ar-condicionado, direção hidráulica, sirenes, rádio e giroflex. O ar-condicionado é uma necessidade. Não tem como rodar pela cidade, com coletes à prova de bala no calor do verão, é desumano. E no inverno, nas madrugadas frias, é um conforto para quem está de serviço”, argumenta Benedet. O governo investiu R$ 22 milhões na compra de 440 viaturas distribuídas por todo o estado.

Segundo Benedet, desde 2003, já foram adquiridas 2.002 veículos. “A intenção é renovar toda a frota. Em uma próxima compra, o Presídio Regional de Tubarão também receberá novas viaturas. Sabemos da importância dos carros para o trabalho policial e, como eles rodam muito, o desgaste é maior e a troca tem que ser frequente”, observa o secretário. As PMs de Sangão, Treze de Maio, Armazém e Gravatal também receberam ontem novos veículos.

Central de Investigação é inaugurada

Mais estrutura e eficiência na solução dos crimes. Este é o objetivo da instalação da Central de Investigações da Polícia Civil em Tubarão. A partir de hoje, os trabalhos das equipes de investigação da PC serão realizados em uma outra estrutura, na rua Januário Alves Garcia, rua do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no centro da cidade.

“Essa era uma reivindicação antiga dos nossos investigadores. Em outros municípios, a Central de Polícia funciona 24 horas por dia, com o registro das ocorrências, prisões em flagrante e a investigação fica em outro lugar. Em Tubarão, antes era tudo junto. Com isso, os investigadores terão uma estrutura melhor e um ambiente mais calmo para trabalharem”, avalia o delegado geral da Polícia Civil, Maurício Eskudlark.

Segundo o delegado geral, com a nova central, a tendência é que os resultados sejam mais rápidos. “Nos municípios que temos essa divisão, notamos que as investigações são resolvidas em um curto espaço de tempo. A equipe de investigadores continuará a mesma, mas terá uma condição de trabalho melhor. Em uma avaliação geral, a maior parte dos crimes é resolvida, alguns levam mais tempo, outros menos. Mas também observamos um crescimento na criminalidade em decorrência do tráfico de drogas e aí é preciso uma ação conjunta poder público e sociedade”, observa Eskudlark.