#pracegover Na foto, uma mulher analisa armadilhas com larvas do mosquito
Foto: Assessoria de imprensa da Prefeitura de Capivari de Baixo

Foi de apenas 5 dias o intervalo de tempo que a equipe de endemias de Capivari de Baixo levou para encontrar o segundo foco do mosquito Aedes Aegypti. Desta vez, as larvas foram localizadas no bairro Vila Flor, bem ao lado do trilho, na armadilha que estava em uma residência.

De imediato, um plano de varredura foi iniciado em um raio de 300 metros – que atinge dois bairros, Vila Flor e Três de Maio -, desta vez com apoio das agentes comunitárias das duas regiões. A armadilha foi destruída e o material coletado em algumas casas enviado para análise.

Os secretários de Saúde, Kauê Angeramis Luciano, e de Obras, Adam Dutra Machado, estiveram no local para tentar viabilizar um projeto de drenagem de um córrego (de cerca de 30 metros), que na maior parte do tempo fica com água parada, no terreno da residência onde o segundo foco foi encontrado. “É importantíssimo este serviço, já que aqui é um potencial ponto de reprodução do Aedes”, resume Kauê. “Para que possamos executar esta drenagem será preciso unir os setores de Planejamento, Meio Ambiente, além da Saúde e Obras. Não é um trabalho complexo”, antecipa Adam.

O primeiro foco foi identificado na armadilha que ficava ao lado do prédio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), na região central, na última quarta-feira (7). Ao todo, são 84 armadilhas e 14 pontos estratégicos (ferros-velhos, borracharias e cemitérios) vistoriados de forma contínua pelas agentes Tatiana Farias e Deise de Aguiar Venâncio, que passaram o dia de hoje atuando nos dois bairros.

Uma das agentes comunitárias envolvidas na ação desta segunda é Samantha Fidelis, que auxiliou no comunicado à comunidade e na localização de possíveis novos focos, como na casa de um familiar da moradora da rua Vicentina Madalena Silva, a senhora Marileia da Silva Abreu, que permitiu, de imediato, a entrada das agentes de endemias para uma vistoria. “Precisamos cuidar e apoiar esta causa, pois a prevenção é o melhor caminho, sempre”, entende a munícipe.

Este novo alerta em Capivari de Baixo já foi cadastrado no sistema da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) e as coletas positivadas encaminhadas à Gerência Regional de Saúde de Tubarão. Tatiana e Deise pedem que os moradores fiquem atentos no quintal das suas casas, principalmente em locais que possam acumular água ou poças, como pneus, garrafas e resíduos em geral, além de tampas de vasos e caixas d’água, todos esses pontos propícios à proliferação de larvas do Aedes.

O mosquito é o vetor de diversas doenças causadas por vírus, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Ao picar uma pessoa doente, o inseto é infectado e pode transmitir a doença a uma pessoa sadia.

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