Zahyra Mattar
Sangão

No começo deste ano, a empresa Setep, contratada do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) efetuou uma operação tapa-buracos nos dois quilômetros da SC-443, do trevo de acesso a Sangão, pela BR-101, até o centro da cidade. O paliativo durou pouco. A chuva começou a reabrir as crateras e a terminar de apagar a sinalização já precária.

A rodovia foi asfaltada em 1982 e, desde então, o máximo que foi feito foram operações deste tipo. Agora, a camada negra já passou do prazo de validade e os empresários, comerciantes e moradores das margens da rodovia querem uma solução. O fato é que após a pavimentação do trecho entre Sangão a Morro da Fumaça, na mesma rodovia, o fluxo de veículo na estrada ficou quatro vezes maior, o que contribuiu para que o deterioramento acelerasse.

Pelos projetos feitos por técnicos do Deinfra, ainda no ano passado, para recuperar a SC-443 são necessários R$ 400 mil. Na mesma época, os profissionais orçaram a recuperação asfáltica da SC-438, entre Tubarão a Grão-Pará. O valor fechou em R$ 900 mil (leia mais na página 6 desta edição).

“Há um comprometimento do Deinfra de fazer as melhorias neste ano. A regional não dispõe do orçamento para isso e também estamos no aguardo da chefia, na capital”, adianta o secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Jairo Cascaes (DEM).
Em nota, a diretoria da Associação Empresarial de Jaguaruna e Sangão (Acirj), comunicou que pedirá uma audiência com o secretário, provavelmente ainda nesta semana, para discutir a possibilidade de efetuar pelo menos mais uma obra paliativa na rodovia.