Tubarão

O muro da agência central dos Correios, em Tubarão, ou o ‘paredão dos Correios’ como foi apelidado, é um outra ‘pedra de Tubarão’ a qual se pretende ‘implodir’. Ontem, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) encaminhou um pedido formal ao gerente regional da estatal, Paulo João, onde solicita a retirada do avanço do muro junto à avenida Marcolino Martins Cabral, no centro da cidade.

A reclamação do ponto não é de hoje. A calçada é estreita. Pedestres e motoristas competem pelo espaço, mínimo. Quando chove, o transtorno acentua-se. Não há como duas pessoas utilizarem a passagem ao mesmo tempo. Para quem tem dificuldades de locomoção, como os cadeirantes, o jeito é ir pela rua. Além disso, o posicionamento irregular da divisória tem causado aspecto desagradável por ter se transformado em um vertedouro de esgoto a céu aberto.

O gerente regional dos Correios garantiu, ontem, que passará o pedido para a área de engenharia dos Correios, em Florianópolis, ainda hoje. Pelo Código de Posturas do município, a construção de muros precisa ficar a uma distância mínima de 2,5 metros do meio-fio. O paredão tem pouco mais de 100 metros de comprimento e foi construído com autorização da prefeitura em 1968.