Segundo a Confederação Nacional do Transporte, a intenção é vacinar 2 milhões de pessoas do setor na fase quatro do grupo prioritário. Com isso, eles recebem a imunização pelo menos antes dos 100 milhões de brasileiros, que não fazem parte da prioridade.

O presidente do Sindicato dos Transportadores da Amurel, Beto Lima, destaca que há prioridade para a categoria. “Foi um projeto idealizado com a CNT, NTC, federações e sindicatos, os caminhoneiros e os trabalhadores de transporte foram enquadrados como prioridade. Porém ainda não há uma data para ser realizada a vacinação. Há prioridade, mas temos as prioridades das prioridades como: o pessoal da saúde, o idoso e comorbidades”, defende

Beto explica que quanto a maneira ou critério de vacinação será por meio dos registros da ANTT. “Será bem controlado. Tanto é que nenhum caminhão consegue carregar uma carga u frete se não tiver com o seu registro em dia, cadastrado. Essa situação será muito bem controlada. Será por meio de um sistema eletrônico e não haverá problema algum. O trabalhador terá que comprovar mediante registro em carteira de trabalho, declaração da empresa e uma série de outros fatores”, finaliza.

Entre o grupo prioritário estão os profissionais de saúde. Assim como pessoas com mais de 60 anos, com deficiência que vivem em instituições de apoio e indígenas aldeados. Em janeiro, o Ministério da Saúde contabiliza 1,24 milhão de caminhoneiros como potenciais alvos do plano de vacinação.

Imunizando este grupo, o objetivo é reduzir o risco de espalhar o vírus. Na ocasião, a decisão do ministério de incluir os caminhoneiros foi anunciada em meio a convocações esparsas de greve da categoria, apesar do momento de alta na demanda por fretes gerada pelo transporte da safra agrícola do país.

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