PCH de Rondinha, em Papanduva, foi recentemente inaugurada pela Celesc  - Foto:Celesc/Divulgação/Notisul
PCH de Rondinha, em Papanduva, foi recentemente inaugurada pela Celesc - Foto:Celesc/Divulgação/Notisul

Papanduva

A Celesc Geração deve aplicar R$ 45 milhões neste ano em diversos negócios. Os investimentos dos anos anteriores já aumentaram em mais de 50% a capacidade instalada para gerar energia elétrica, que passou de 81 megawatts (MW) em 2012 para 125,75 MW – em junho de 2014 – com a entrada em operação da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Rondinha.

Com o novo empreendimento, agora são 16 PCHs operadas pela Celesc Geração e por seus parceiros privados em Santa Catarina. A meta é alcançar um gigawatt de potência em 2030. O diretor de geração, transmissão e novos negócios da Celesc, Enio Andrade Branco, observa que as empresas do setor de distribuição de energia – como a Cemig e a Copel – conseguiram um melhor posicionamento no mercado em função dos investimentos no setor de geração.

As 12 usinas próprias da Celesc têm potência de 106,75 MW; as quatro em parceria, 19 MW. Com isso, a capacidade de geração de energia elétrica está em 125,75 MW. Portanto, para atingir a potência projetada, durante 16 anos, a empresa deve acrescer, em média, 54,64 MW à capacidade instalada. No grupo Celesc, a distribuição responde ainda pela maior parte do negócio, contudo, a tendência é a geração crescer cada vez mais.

Os investimentos se direcionam na ampliação dos empreendimentos próprios e em novos negócios com sócios privados para a produção de energia elétrica. Neste momento, as obras de nova PCH Xavantina, em Xanxerê, estão em andamento. A usina deve operar em 2015 e vai ampliar a potência em 5,2 MW, também no formato de Sociedade de Propósito Específico (SPE), o mesmo utilizado em Rondinha.