#Pracegover Na foto, ministro da Saúde, Marcello Queiroga, durante discurso
#Pracegover Na foto, ministro da Saúde, Marcello Queiroga, durante discurso

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, neste sábado (8), que o Ministério da Saúde vai distribuir 28,2 milhões de testes rápidos de antígeno para detecção da Covid-19 em janeiro. Por meio das redes sociais, o ministro afirmou que cerca de 13 milhões serão enviados a estados e municípios nas próximas duas semanas.

“É importante que os Estados e municípios se engajem nessa estratégia de testagem, adquirindo mais testes, aplicando-os corretamente e enviando tempestivamente os resultados ao @minsaude”, disse em postagem no Twitter.

A meta inicial do Ministério da Saúde era aplicar mensalmente até 26 milhões de testes rápidos da Covid-19. Mas, por meio das redes sociais, Queiroga afirmou que a pasta enviou um total de 31,6 milhões de testes rápidos para os estados e municípios desde setembro do ano passado.

Aumento da procura a escassez

A explosão de casos de Covid-19 e da síndrome gripal em algumas regiões do Brasil fez crescer a procura por testes rápidos. De acordo com um levantamento feito pela Rede Dasa, que reúne mais de 900 laboratórios pelo país, a procura por testes RT-PCR registrou crescimento de 53,4% durante esta semana.

Em muitos casos, os chamados testes rápidos de antígeno — muitos realizados em farmácias — têm sido a solução encontrada para quem deseja saber se os sintomas estão associados à infecção pelo coronavírus.

A procura foi intensificada após as festas de fim de ano que mudaram o panorama da infecção no país, registrando aumento no número de casos e com a nova variante do vírus, a Ômicron, se tornando a predominante no país.

Dados da Rede Dasa mostram que o número de exames com resultado positivo para detecção de Covid-19 realizados no país teve um aumento de 114% na maior rede privada de laboratórios de análise do Brasil na semana entre os dias 29 de dezembro de 2021 e 5 de janeiro de 2022 em comparação com a semana anterior.

Com o aumento dos casos de Covid-19 no país, as fármacias começam a temer pela falta de material para testes rápidos.

Fonte: Correio do Povo