#Pracegover Foto: na imagem há duas pessoas, uma mulher e um homem em uma loja
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A Procuradoria de Defesa do Consumidor (Procon) realizou nesta semana a pesquisa de valores do material escolar para 2021. A pesquisa apontou uma variação acima de 100% entre a soma dos produtos mais baratos e mais caros nas cinco papelarias pesquisadas.

Os materiais de maior variação é a cola branca, que pode custar de R$0,99 a R$1,99, também o caderno de 10 matérias de R$ 8,99 até R$ 14,90.

Foram consultados os 21 itens básicos solicitados nas relações de materiais escolares: apontador, apontador com depósito, borracha, cola branca, corretivo líquido, caderno caligrafia, caderno cartografia, caderno 1 matéria, caderno 10 matérias, canetinha hidrocor 12 cores, canetinha hidrocor 24 cores, caneta marca texto, caneta esferográfica, giz de cera de 12 cores, giz de cera 24 cores, lápis de cor 12 cores, lápis de cor 24 cores, lápis preto, régua 30 cm, tinta guache 6 cores e tesoura sem ponta.

Na soma total dos itens, a faixa mais barata chega a R$ 65,35 ; a mais cara fica no valor de R$ 72,55.

O Procon dá algumas orientações para economizar antes da volta às aulas: reaproveitar materiais do ano anterior e buscar melhores descontos com os estabelecimentos comerciais; e pesquisar compras pela internet, com atenção aos prazos de entrega e de cancelamento da compra.

Pesquisar é a melhor opção, pois é comum acumular outras obrigações financeiras no início do ano.

“A intenção do Procon é contribuir com o cidadão no momento de sair para comprar o material escolar”, explica o coordenador do Procon, Sebastião Ferreira Nunes.

No município, a Secretaria de Educação está definindo como será o reinício das aulas que deverá ocorrer no mês de fevereiro. Na rede estadual, as aulas retornam no dia 18 do próximo mês. As aulas foram paralisadas em março de 2020, devido a pandemia do coronavírus.