#Pracegover foto: na imagem há um folder e quatro mulheres: Bete, Tayse, Camila e Bia Alves
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Guardar parte ou tudo aquilo que sentimos só para si pode levar a uma série de distúrbios mentais e de saúde. Falar sobre os sentimentos na maioria das vezes é essencial e quando não conseguimos expressá-los, o mais indicado é procurar ajuda de um profissional. Nesta quarta-feira (15), os alunos do Centro de Apoio à Criança e ao Adolescente (Ceaca) de Capivari de Baixo, participaram da palestra ‘Preservação da Vida’ com a hipnoterapeuta e coach Tayse Alves.

Falar dos sentimentos não denota que as pessoas são fracas ou sensíveis demais. Muito pelo contrário, não expressar aquilo que se deseja acaba por deixar as pessoas frustradas e, muitas vezes, nos leva ao estresse, a prejuízos afetivos, cognitivos e  também sociais. “Com as crianças e adolescentes do Ceaca abordamos as emoções. Explicamos que as emoções que guardamos adoecem o nosso corpo e trazem consigo muitos problemas emocionais como ansiedade e fobias. É importante falar o que se sente, procurar ajuda terapêutica. Desta maneira, lidar com as emoções. Não devemos desistir da vida e vale sempre a pena recomeçar”, assegura Tayse.

Ela destaca que a ansiedade, o desânimo, irritação e tristeza são alguns dos sintomas emocionais mais comuns daqueles que guardam tudo que sentem para si. Além disso, há ainda, sintomas físicos como dores no corpo, baixa imunidade, afecções na pele, insônia e dificuldade de respiração.

Muitos acreditam que não precisam se expor e que os outros, principalmente os mais próximos, são capazes de adivinhar quais são os seus sentimentos, no entanto, ela afirma que o indivíduo precisa se expressar. O bem-estar invariavelmente passa pelo equilíbrio entre o físico, o mental, o emocional, o energético e o espiritual. Já é cientificamente comprovado que questões sentimentais, quando mal trabalhadas, acabam ocasionando doenças.

O Ceaca é uma entidade filantrópica, comunitária, de cunho social, sem fins lucrativos. Atende diariamente cerca de 210 crianças e adolescentes, servindo em média mais de 400 refeições por dia. O objetivo da entidade é desenvolver um trabalho socioeducativo, preventivo e sistemático junto às crianças e aos adolescentes de famílias de baixa renda. A atividade na instituição teve início em 1998 e atendia apenas 34 crianças.

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