#ParaTodosVerem Na foto, um veículo sendo abastecido
- Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil | Divulgação

O preço da gasolina da Petrobras vendida às distribuidoras será reduzido mais uma vez a partir de sexta-feira (29): o valor médio do litro passará de R$ 3,86 para R$ 3,71 – uma redução de R$ 0,15 por litro, ou 3,88%. Esta é a segunda redução seguida no valor do combustível anunciada pela petroleira, um dia após anunciar nova diretriz para a política de formação de preços dos combustíveis. Na quarta-feira da semana passada, dia 20 de julho, a estatal já havia reduzido em R$ 0,20 o preço médio da gasolina às distribuidoras.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, destacou a companhia em nota oficial.

O valor a ser pago pelo consumidor final deverá ser percebido a partir da próxima semana. Em Santa Catarina, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o valor médio do combustível na bomba é de R$ 5,82. Na região Sul catarinense, os valores para o consumidor estão abaixo da média estadual. Em Araranguá, a média de preço na bomba é de R$ 5,46, em Criciúma e Laguna é de R$ 5,56 e em Tubarão o preço médio é o menor: R$ 5,54.

Nova diretriz para preços
Nesta quarta-feira (27), a Petrobras anunciou que o conselho de administração da empresa aprovou a nova diretriz para a formação de preços de seus combustíveis. Segundo a companhia, a medida “incorpora camada adicional de supervisão”, mas não altera a política de preços vigente, balizada pela paridade de preços internacionais (PPI), e mantém os reajustes sob responsabilidade da diretoria executiva.

A PPI foi instaurada pela Petrobras em 2016, no governo de Michel Temer (MDB). Desde então, companhia tenta parear o preço da gasolina na refinaria com o preço internacional. Ou seja, os reajustes são resultado das oscilações dos preços do petróleo e do câmbio. Mas, mesmo com redução dos preços das commodities, o câmbio não aliviou. No fim de maio, o dólar comercial estava cotado na casa dos R$ 4,70. Hoje, opera próximo aos R$ 5,20.

Com informações oficiais da Petrobras e da Agência Nacional do Petróleo

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