Secretária Eliane Fregulia convoca os moradores a discutir, hoje, a elaboração do Plano Municipal de Saúde.
Secretária Eliane Fregulia convoca os moradores a discutir, hoje, a elaboração do Plano Municipal de Saúde.

Wagner da Silva
Rio Fortuna

Uma das ações da secretária de saúde da prefeitura de Rio Fortuna para este ano é a implantação do Plano Municipal de Saúde. Hoje, a primeira audiência pública para a elaboração do projeto ocorrerá. O encontro será às 19h30min, no centro pastoral São Marcos e reunirá moradores das comunidades de Rio Café, Centro, Rio Otília, Rio Bravo Baixo, Rio Branco e Alto Rio Fortuna.

Segundo a secretária Eliane Fregulia, o objetivo do encontro é conhecer a realidade e a necessidade de cada comunidade. “O plano não se limita apenas a ações da saúde. Serão debatidos outras questões importantes como o saneamento básico, os trabalhos do posto de saúde e a epideomologia, entre outros pontos relevantes”, adianta a secretária.

Os projetos para este ano

Com pouco tempo no comando da secretaria de saúde da prefeitura de Rio Fortuna, a administradora e enfermeira Eliane Fregulia admite ainda estar em fase de adaptação. Ela já ocupou um cargo burocrático na pasta e espera atender a expectativa da população.

O primeiro passou, explica Eliane, é continuar os bons projetos já iniciados em gestões anteriores, entre eles o que prevê maior controle sobre a assistência farmacêutica. “Vamos desenvolver um estudo socioeconômico para conhecer a realidade de cada usuário da saúde e, assim, passar a ter um controle contínuo para agilizar os trabalhos”, revela a secretária.

Um dos problemas encontrados é justamente o funcionamento das duas unidades de saúde de Rio Fortuna. “A equipe é organizada, eficiente e engajada. E por isso nunca tivemos problemas. Mas queremos ter as informações melhor distribuídas, porque sabemos que os serviços são mais vagarosos quando os casos chegam a outras especialidades. E isto compromete a qualidade de vida do cidadão”, avalia Eliane.

Outra preocupação da secretária neste começo de ano é quanto a situação das agentes de saúde. O contrato termina em março e ela quer solucionar esta questão rapidamente para não interromper o serviço. “Como visitam todas as residências, são as agentes que conhecem a realidade de cada usuário da saúde pública. As informações que possuem são primordiais para o planejamento das futuras ações”, avalia Eliane.