Foto: Arquivo da família

Inabalável na fé, na esperança e no amor incondicional pela família. É difícil resumir com tão poucos predicados o que a batalhadora Nesi Kunz Philippi Ricken representava para os seus, para a comunidade do Pinheiral e para a suinocultura de Braço do Norte e de todo o Vale.

Ela lutou! E com espada afiada na mão. Mas aos 48 anos o câncer foi mais forte e fez a cidade acordar mais triste na manhã desta terça-feira (1º). Nesi foi velada e enterrada hoje mesmo, na comunidade onde morava, viveu com alegria e de onde tirou o sustento da família que amava com uma ternura que poucos conhecem ou são capazes. Deixa o esposo, seu Nilton, e duas filhas, Luana, de 26 anos, e Nubia, de 15.

“A união da família é um dos ensinamentos mais fortes. Minha mãe amava viver e não faltava motivo para reunir todos. Ela gostava da casa cheia, da festa, da alegria”, detalha a filha Luana.

Com seu Nilton, além das suas meninas, lutou e perseverou na árdua vida no campo. Da suinocultura, sempre juntos, criaram as filhas e conquistaram boa vida. Tudo com gentileza, honestidade, suor no rosto e calos nas mãos.

“Minha mãe sempre dizia: ama hoje, liga hoje, faz hoje, amanhã ninguém sabe. E é verdade. Ela aproveitou o seu tempo aqui com muita intensidade, com muito amor e nos ensinou isso. Fomos privilegiados por tê-la como mãe e esposa”, resume Luana, a menina da dona Nesi.

 

 

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