Foto: Banco de imagens Notisul/Secom

A Policia Federal em Brasília informou que não encontrou provas de que Moisés, afastado do cargo de governador, tem envolvimento na compra e pagamento antecipado dos respiradores no valor de R$ 33 milhões.

Neste caso a PF determinou o arquivamento do inquérito e a Procuradoria Geral da República vai devolver ao Ministério Público Federal em Santa Catarina. A informação foi dada em primeira mão pelo colunista do ND Online Moacir Pereira, na tarde desta terça-feira.

A decisão da PF não interfere no segundo processo de impeachment que tramita na Alesc, que julga se Moisés cometeu crime de responsabilidade na compra dos respiradores. A PF avaliou se Moisés teve participação no crime organizado e se beneficiou da questão por meio de corrupção e a Alesc avalia se a compra dos aparelhos foi lícita ou não.

No segundo processo de impeachment, Moisés é suspeito de crime de responsabilidade no episódio da compra dos 200 respiradores artificiais que foram pagos, mas não foram entregues; ao prestar informações falsas à CPI dos Respiradores; no processo de contratação do hospital de campanha de Itajaí; e ao não adotar procedimentos administrativos contra os ex-secretários Helton Zeferino e Douglas Borba.

Daniela Reinehr não participa do segundo processo. Assumiu o comando do Estado por 180 dias, após Moisés ser afastado do cargo depois que o Tribunal do Julgamento do primeiro impeachment decidiu dar continuidade ao processo de crime de responsabilidade na concessão de reajuste salarial dos procuradores do Estado. Daniela foi inocentada neste processo. 

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