#Pracegover foto: na imagem há uma menina e um pacote de pipoca
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Ganha força na região a campanha em prol da tubaronense Maria Vitória Possamai Batista, 3 anos, que necessita realizar uma cirurgia que pode ajudar a criança andar. A menina é diagnosticada com paralisia cerebral e precisa passar pelo procedimento cirúrgico ainda neste mês de outubro.

A campanha idealizada por meio das redes sociais quer arrecadar R$ 30.2 mil, valor somente para custear a cirurgia. De acordo com a mãe de Maria Vitória, Morgana Possamai Tavares, a cirurgia é classificada como simples. Interessados em participar da ação podem realizar doações por meio de PIX com a chave CPF: 051.820.399-99, em nome de Morgana Possamai Tavares. Há também a transferência ou depósito bancário: Caixa Econômica, agência 0425; operação 013 e conta corrente 00153453-2 no nome de Morgana Possamai Tavares.

A genitora conta que desde o início da divulgação da campanha nas redes sociais e também pela imprensa as doações têm sido significativas, porém o montante ainda não foi alcançado. “Acreditamos e temos fé que vamos conseguir. A cirurgia é para melhorar a vida da Maria Vitória. Será uma chance para ela poder andar e não passar por outros procedimentos mais complicados. Estamos batalhando para isso”, enfatiza.

Após o procedimento, a menina deverá realizar inúmeras fisioterapias. A menina foi diagnosticada com paralisia com pouco mais de 1 ano. Segundo a mãe, ela não anda e faz tratamento, fonoaudióloga e diversos acompanhamentos médicos. Ela possui uma lesão considerada grande, que afetou a sua coordenação motora. A criança, que é gêmea com um menino fala algumas palavras, mas não forma frases e possui traços de autismo.

Por mês são investidos na saúde da menina aproximadamente R$4 mil. O valor de R$ 30 mil servirá somente para o procedimento. Os custos dos exames não estão inclusos na arrecadação. Ainda que o menina precise de cuidados e tenha limitações por conta da paralisia cerebral, essa pode ser uma chance para que Maria Vitória consiga se movimentar e até mesmo interagir com outras crianças.

Os pais são autônomos, eles trabalham em um trailler de lanches. A menina faz tratamento desde novembro passado em uma clínica particular em Tubarão. Todas as despesas são os pais que pagam. “Essa cirurgia nos pegou de surpresa. Não imaginávamos. Ela está com um quadro de luxação de 50% no lado direito e 30% no esquerdo”, explica a mãe da criança Morgana.