#Pracegover foto: na imagem há uma criança no sofá
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A pequena Maria Vitória Possamai Batista, 3 anos, de Tubarão, deveria passar por um procedimento cirúrgico na semana passada. A cirurgia irá colaborar com os movimentos dos membros inferiores e assim, a menina poderá dar os seus primeiros passos.
A menina é diagnosticada com paralisia cerebral e precisa passar pelo procedimento em breve.
O procedimento só não ocorreu porque a criança no dia anterior à cirurgia ficou gripada. No final do mês passado, os pais da menina iniciaram uma campanha por meio das redes sociais para arrecadar R$ 30.2 mil para custear a cirurgia. O objetivo foi alcançado, mas a interferência cirúrgica ocorrerá somente no próximo dia 9.
Nesta sexta-feira (29), a criança passou por uma consulta médica e avaliação foi boa, conforme pontuou a mãe da menina, Morgana Possamai Tavares. “Após 15 dias da cirurgia, a minha filha poderá fazer a fisioterapia, o intensivo para poder andar. Esse intensivo tem um custo de R$15 mil. Não temos esse montante, mas vamos continuar a campanha. Se as pessoas puderem colaborar, qualquer ajuda é bem-vinda”, assegurou.
A cirurgia é classificada como simples. Interessados em participar da ação podem realizar doações por meio de PIX com a chave CPF: 051.820.399-99, em nome de Morgana Possamai Tavares. Há também a transferência ou depósito bancário: Caixa Econômica, agência 0425; operação 013 e conta corrente 00153453-2 no nome de Morgana Possamai Tavares.
A menina foi diagnosticada com paralisia com pouco mais de 1 ano. Segundo a mãe, ela não anda e faz tratamento, fonoaudióloga e diversos acompanhamentos médicos. Ela possui uma lesão considerada grande, que afetou a sua coordenação motora. A criança, que é gêmea com um menino fala algumas palavras, mas não forma frases e possui traços de autismo.
Os pais são autônomos, eles trabalham em um trailler de lanches. A menina faz tratamento desde novembro passado em uma clínica particular em Tubarão. Todas as despesas são os pais que pagam. “Essa cirurgia nos pegou de surpresa. Não imaginávamos. Ela está com um quadro de luxação de 50% no lado direito e 30% no esquerdo”, explica a mãe da criança Morgana.