O documento que embasou a decisão do presidente Jair Bolsonaro sobre o fim do horário de verão afirmava que o período traz “sonolência, fadiga e irritabilidade por quatro meses”. Segundo a coluna do jornalista Guilherme Amado, na “Época”, o ofício foi entregue ao presidente pelo deputado João Campos (PRB) no mês passado.

“Parcela considerável da população abomina esse período do ano, quando é obrigada a se levantar mais cedo e a conviver com a sonolência, a fadiga e a irritabilidade por quatro meses”, escreveu Campos. “Os transtornos causados às pessoas são muito maiores que a energia economizada”, concluiu.

O deputado recomendou que Bolsonaro decretasse o fim do horário de verão ou que consultasse a população sobre o assunto. Nessa sexta-feira (5), o presidente anunciou que não haverá horário de verão em 2019.