Com o objetivo de aproximar mães de educandos da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) a partir do ensino de técnicas de costura, a instituição tem realizado semanalmente a Oficinal Mães que Fazem, uma oportunidade para que elas troquem experiências entre si enquanto aprendem a se profissionalizar. Sob a supervisão da assistente social e professora de corte e costura, Marcia Francisco Vieira Castro, a primeira turma da Oficina iniciou em 2021, e tem mostrado resultados.

Sempre às segundas-feiras à tarde, enquanto seus filhos estão na escola ou em atendimento na APAE, as mães inscritas na Oficina se reúnem para exercitar corte e costura e conversar sobre seu cotidiano. “O projeto busca mudar a realidade dessas famílias, levantando a autoestima e proporcionando melhor qualidade de vida, seja, emocional ou financeira. Melhorando inclusive o relacionamento familiar, que muitas vezes encontra-se desgastado, devido à carga emocional e as dificuldades vividas por eles”, ressalta Daniela Réus, assistente social da APAE de Tubarão, responsável pelo projeto.

Com participação gratuita, os encontros já renderam a produção de toalhas, estopas, paninhos multiuso e segue para a produção de lençóis de malha, quando elas se reunirão para comercializar as peças produzidas. “Posso descrever a oficina como um momento especial para mim, onde me desligo dos problemas, troco experiências com outras mães criando laços de amizade, além de aprender uma profissão. Tem sido um aprendizado maravilhoso”, afirma Andresa, mãe de educando e participante da Oficina.

Na semana que passou, o grupo recebeu a visita da presidente da entidade, Leila Saleh Goulart. “A responsabilidade da APAE vai além do educando, tem um propósito social que nos leva também às famílias. E todos os nossos projetos têm visado isso, chegar às famílias em diversos aspectos, tanto no incentivo ao desenvolvimento do educando, como no cuidado social. A oficina de mães, assim como as outras oficinas que realizamos na APAE, têm essa finalidade, orientar para o aprendizado de uma nova atividade, que pode resultar inclusive na geração de recurso financeiro para esta família, proporcionando também uma troca de vivências e suporte emocional, psicológico e social que elas recebem da instituição por meio das nossas profissionais”, reforça a presidente.

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Fonte: APAE