Priscila Alano
Tubarão

É só chover um pouco além da conta para que as ruas de Tubarão virem verdadeiras piscinas. Ainda há muito o que fazer quando o assunto é infraestrutura. E há alguns projetos que auxiliam para amenizar o problema.

Duas bombas de sucção nas margens do Rio Tubarão captam água das ruas e evitam alagamentos maiores. Ontem, a bomba localizada ao lado da ponte Dilney Chaves Cabral teve a chave contactora queimada. O problema resultou no acúmulo de água na rua Tubalcain Faraco, que ficou intransitável por algumas horas. O responsável pelo setor de manutenção da Defesa Civil, Edson José Delfino, junto com eletricistas do setor de trânsito do município, consertaram a bomba no fim da tarde.

“Houve um desgate natural dos contatos, por conta do acionamento da bomba”, explica Edson. O problema fez com que a captação de água da rua não fluísse, devido ao nível elevado do rio. Nos próximos dias, será realizado um reparo de manutenção elétrica tanto na bomba que estragou ontem como na outra, localizada na avenida José Acácio Moreira (da Unisul). Ambas funcionam há sete anos.

Ponte do Morrotes

Nos anos anteriores, bastava uma chuva mais forte para que a população ocupasse a cabeceira da ponte Manoel Alves dos Santos (do Morrotes) para observar o nível do Rio Tubarão. A ponte não possuía curvatura na laje e impedia o fluxo da água quando o nível do rio subia.

Os entulhos trazidos pelo rio Tubarão encalhavam nos pilares da edificação e atrapalhavam a vazão da água. E, sempre que chovia em excesso, falava-se em implodir a ponte.

Depois da execução do projeto que elevou a travessia, isso virou coisa do passado. As obras iniciaram em 2004, na gestão do então prefeito Carlos Stupp (PSDB).