Em nome da sustentabilidade e da redução de emissão de CO², o Vaticano começará a substituir a sua frota de carros por elétricos até 2030, como também instalar em seu território pontos de recargas (ou mais, porque já existem alguns).

Tudo isso em parceria com a Volkswagen.

A frota oficial vai desde os veículos para o Papa, como para o trabalho dentro do Vaticano, até aqueles usados por cardeais e bispos da Cúria Romana em caráter oficial; ainda assim, alguns bispos e monsenhores têm o seu próprio carro (que não entra na frota vaticana), sem motorista particular.

O Vaticano tem outros acordos com a Mercedes-Benz (que fabrica o papa-móvel) e com a Fiat, histórica empresa italiana, mas quanto à frota comum.